quarta-feira, 27 de julho de 2011

Olhares sobre Nova York - Part #2

por katia maia

O que fazer numa cidade que tem tudo para fazer? Por onde começar? Eu diria que um bom começo é andar! Isso mesmo, caminhar pela cidade. Nova York, por si só, já é um espetáculo. Parece que estamos em pleno set de filmagens dos grandes filmes hollywoodianos. Para todo lado que se olha, vê-se um ângulo para uma foto. E se olhar para cima, então, nem se fala.

#NYC é um espetáculo de arranha céus que emolduram a Ilha de Manhattan e que nos impressionam por seus desenhos, tamanhos, formas e imponência. As ruas da cidade parecem estar prontas para que possamos rodar um filme. A minha vontade era ligar  o ‘play’ e sair registrando meus passos e dos meus meninos pela Big Apple. Quem sabe ainda não me aventuro num roteiro incidental na cidade que nunca para.
Flatiron Building

Mas, andanças a parte, temos que perder, ou ganhar, um bom tempo de nossa passagem pela metrópole num dos parques mais badalados do mundo: o Central Park. Nele, nos dispusemos a procurar uma sombra, para fugir do calor de 100º Fahrenheit, claro, ou os nossos conhecidos 36º Celsius, com uma sensação térmica de 41 graus, creia-me.

Fomos para uma área bem ampla, com um gramado belo, muitas pessoas deitadas, tomando sol, e outras, como eu e meu filhote mais novo, se escondendo nas sombras. Deitamo-nos na grama e ali passamos pelo menos 40 minutos deitados.

Pés no Central Park

Cochilei. Sim, cochilei ouvindo ao fundo uma música, meio pop, meio rap, que saía do som portátil levado por um grupo de amigos, com ar de latinos, que andavam de skate na pista logo atrás do gramado onde descansávamos.

Ânimos refeitos, continuamos nossas andanças por #NYC. Tudo feito por meio de metrô, claro. A passagem custa US 2,25 se você compra o cartão de metrô recarregável.

Andanças pelo Central Park

Começamos com vinte dólares, mas logo tivemos que ‘recharge it’, porque metrô é o meio de transporte mais eficiente numa cidade grande como NYC e em outras também. Pena que no Brasil a falta de interesse, vontade política ou seja lá o que for limita tanto o uso desse meio de transporte.

Enfim, do Central Park zarpamos para o Metropolitam Museum. Assunto para nossa próxima parada em Olhares sobre NYC.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Olhares sobre Nova York - Part #1

Ninguém passa por Nova York incólume. Eu não passei (nunca). Essa foi a terceira vez que fui à Big Apple e confesso que a sensação é sempre de descoberta, de estréia.


No Alto do ESB, com NYC aos pés

Nunca dominamos essa big Apple, principalmente mortais como eu que precisamos juntar uma grana, ruminar durante meses a viagem, planejar e sonhar com o que faremos na capital do mundo.

Sim, porque o tempo urge, e nunca vou a #NYC numa longa temporada. O meu prazo de validade na cidade que ‘never sleeps’ não permite e minha conta bancária menos ainda algo muito longo. Mas, enfim, de uma forma ou de outra, termino conseguindo ir e ‘always’ me maravilho com tudo.

Dessa vez, o toque especial da viagem foi levar meus dois filhos. Tenho essa política de viajar com eles para lugares que eu gostaria de ter conhecido ainda bem jovem. Já fomos (há três anos) para Paris e Londres, e dessa vez foi a hora de conhecer #NYC.

Filhotes e Felippo na 5th Avenue
Falem o que quiser, me critiquem o quanto acharem necessário e me digam que é preciso mostrar primeiro o Brasil, que aqui há lugares mais tranqüilos, mais bonitos, mais isso, mais aquilo e por aí vai... Ok, até concordo, mas contra-argumento: os ícones do planeta, eu faço questão de apresentar a eles e aí incluo as cidades que já visitamos e outras como Roma, Madri, Lisboa etc.

Defendo que eles terão a vida toda para se embrenhar em aventuras por cantinhos e lugares desabitados do país e do planeta. E eu, bom, eu já estou meio sem pique para aventuras profundas e eletrizantes. Sendo assim, insisto nos roteiros bem previsíveis.

Pois bem, ‘back to #NYC’, tivemos na grandessíssima metrópole a graça de contarmos com a hospedagem gentil e acolhedora de amigos. Aliás, esse é outro motivo para outro post e não vou me alongar por enquanto nesse tema, mas quero deixar claro que quem tem amigos vai longe, em todos os sentidos.

Well, a verdade é que rodamos, reviramos e nos fartamos da big Apple sempre acompanhados da presença do Filippo, filho da #fofa Giuliana Morrone, e que nos levou a tudo quanto é canto de #NYC pelos subways da vida.

Recontrução do WTC
Fomos aos lugares típicos do tipo, estátua da liberdade, Empire State Building (ESB) – que aliás achei caríssimo (U$ 22, para subir no mirante), 5th Avenue, Wall Streeet e, claro, o World Trade Center, que agora está sendo reerguido com o nome de World Financial Center. Como se a mudança de nome, mudasse a história do local.

Aqui, portanto, faço mais um parênteses: a reconstrução do WTC, para mim, me soou ‘mais do que emblemática’. É a cara dos norte-americanos. Estão erguendo um prédio no local das antigas torres gêmeas que “será infinitamente mais seguro do que as anteriores”, garantem e acreditam os nova-iorquinos. Será?

E cadê aquele papo todo de que seria feito no local (apenas) um memorial para as vítimas? Bom, o poderio e a força da grana falaram mais alto e a reconstrução está lá para quem quiser ver e testemunhar. Um processo que acontece e ritmo frenético – praticamente um andar é construído por dia!


Novo WTC, um andar por dia

Bom, o WTC é também um capítulo a parte. O Bairro Tribeca, que foi dizimado com a tragédia e viveu dias de fundo do poço no período pós atentado, está provando que os americanos ressurgem das cinzas qual Fênix.

O bairro hoje está valorizado e não há sinal da tragédia, não fossem a reconstrução do prédio, alguns lugares utilizados em memória dos mortos (há uma cruz feita com restos de estrutura de ferro das antigas torres gêmeas) e a presença dos turistas que vão até lá (eu me incluo) para ver o que restou.

Restou muito e agora está multiplicado. O bairro limpou a poeira e deu a volta por cima, hoje, com o empenho do ator Robert de Niro, que teve interesse pessoal em reerguer a área - já que ele tem imóveis e negócios na área – ajudou nesse projeto.

Depois do atentado de 11 de setembro, ele se empenhou pessoalmente em revitalizar o local. Robert de Niro é o principal curador do Festival internacional de Filmes do Tribeca, promove um festival de vinhos e ainda possui restaurantes e hotel na área. Por isso, não é raro encontrá-lo caminhando pelas ruas do bairro, garantiu Giuliana Morrone. Eu não tive essa sorte. Mas vou me esforçar na próxima ida à #NYC.

Bom, acho que falei tanto de Tribeca que vou deixar para derramar aqui minhas considerações nova-iorquinas em outros posts. Se vocês me agüentarem, claro.

 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Fora da Rede, na vida real!

Por Katia Maia


2o. Fora da Rede
  Sabe aquelas roupas que você tem em casa, guardadinhas, novinhas e... bem esquecidinhas? Pois bem, elas saíram dos respectivos armários e ganharam novos ares. Esse foi o princípio que motivou vinte ‘brecholeiras’ – assim mesmo, derivadas do termo brechó – a se reunirem na 2ª edição do Fora da Rede. Um evento que inicia a uma nova tendência em Brasília: brechós online!

O nome tem muito a ver com a proposta do encontro. ‘Fora da Rede’ faz uma referencia à internet. Isso porque todas as meninas que participaram do evento nada mais são do que detentoras de brechós e bazares virtuais – no qual me incluo com o meu Troca Troca Brasília.
A venda de roupas pela internet no estilo bazar ou brechó ganhou força nos últimos tempos. Inúmeros são os espaços virtuais administrados por mulheres dos mais variados cantos do país e da capital federal. Aqui em Brasília o que era apenas domínio da web saiu da rede e tomou forma. O Fora da Rede traz para a vida real o que está disponível nos blogs.

“A idéia é transformar esses encontros em algo como um Bsb Mix e uma Feira da Lua”, anima-se Franciana Monteiro (http://www.bazardachica.blogspot.com/), idealizadora do evento. E não está longe disso. Só de conversar com quem participou e foi conferir as novidades do Fora da Rede, já deu para perceber que espaço existe para mais essa opção de feiras em Brasília.

“Adoro Brechós e quando soube do Fora da Rede vim correndo para conferir o que havia de novidade. Eu sempre estou de olho e cheguei cedo porque as melhores coisas saem logo”, afirmou Ana clara, funcionária pública. Ela ficou sabendo do Fora da Rede por meio de uma amiga que conhece uma das expositoras... E por aí vai.

Aliás, assim foi feita a divulgação do evento. Ainda não é uma Feira institucionalizada como a Da Lua, o Fora da Rede ainda mantém o viés boca a boca da propaganda. Com alguns anúncios na própria internet, em sites afins, o evento foi divulgado para os freqüentadores da web e contou com a propaganda entre amigas.

O encontro aconteceu no dia 02 de Julho, na 211 Norte, próximo ao Instituto de Beleza Visana, que foi parceiro.Aqui posso dar o meu depoimento e dizer (como principiante nessa aventura de feiras e brechós) que foi muito divertido. Mais do que uma feira, o que vi ali foram pessoas que, muito mais do que comércio, montaram seus brechós inicialmente como um hobby e que as vendas, e o comércio, são uma conseqüência boa, eu diria!

Agora, falo por mim. Entrei nessa onda por uma necessidade de fazer a energia circular e ajudar àquelas amigas que estão desesperadas com seus armários entupidos de roupas e sapatos que nunca saem para dar uma volta. Acredito na linhas do Consumo colaborativo em que em vez de comprar coisas novas, simplesmente trocamos ou adquirimos o que já foi produzido e que (de alguma forma) está esquecido no armário de outras.

O mundo pede esse tipo de atitude e é isso que acontece quando passamos adiante roupas e sapatos que se acabavam nos armários por falta de uso. “tenho tanta coisa em casa que comprei e está novinha. Vestidos que nunca usei e está com a etiqueta ainda”, disse Paula Silva, outra ‘cliente’ do Fora da Rede. Ela ficou sabendo do encontro por meio da internet. “Eu sempre visito os blogs de brechós e vi a divulgação em um deles”, disse.

Muitas freqüentadoras do evento chegaram a perguntar como poderiam fazer para colocar as roupas delas à venda. À todas, a resposta é simples: fotografem e criem um blog, ou, se achar que isso dá muito trabalho, peguem o contato das meninas do Fora da Rede e consultem para ver se é possível expor suas peças em seus respectivos sites.
Quem participou do Fora da Rede não se arrependeu “A idéia de reunir os brechós virtuais em um evento único além de favorecer na divulgação e nas vendas ainda possibilita que possamos nos conhecer, achei genial!”, declarou Carolina Alves, do Cantinho do desapego.


Nossa mais nova cliente: Bebel.
 E é essa a palavra: desapego. O Brechó tem por finalidade fazer a energia circular e nos descolarmos de roupas e objetos que não estão tendo uso em nossas vidas. Por isso, a idéia não é ‘passar a diante”. Os preços são uma conseqüência desse desapego e o Brechó oferece justamente peças boas, bonitas e a um custo bem mais em conta do que os das lojas.

“Consegui comprar coisas de marca boa com preço super em conta”, disse Cláudia Souza, que foi ao Fora da Rede na parte da tarde e ainda ficou feliz com o que encontrou. “Tem muita coisa fofa”, comemorou e completou: “acho que gastei uns cem reais hoje, mas estou levando para casa tanta coisa novinha”, alegrou-se.


Eu, minha sócia Penha e a #fofa Bebel.

Agende-se: o próximo fora da rede deverá acontecer
no dia 13 de agosto.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

FORA DA REDE - SEGUNDA EDIÇÃO

NESTE SÁBADO ACONTECE EM BRASILIA A FEIRA DE BRECHÓS ONLINE FORA DA REDE.

Um encontro de brechós virtuais para vender tudo o que só pode ser visto por meio dos blogs. Agora, você terá a oportunidade de conhecer pessoalmente as peças que estão nas páginas dos principais brechós virtuais da capital federal.


O encontro está em sua segunda edição e aserá realizado na 211 norte, ao lado do instituto de beleza Visana. Vinte ‘brecjholeiras’ participam dessa edição, na qual eu me incluo com o meu blog o TROCA TROCA BRASÍLIA

O ENCONTRO segue a linha do CONSUMO COLABORATIVO que prega o desapego. O que temos em nosso armário, parado, esquecido pode muito bem encontrar lugar no cantinho de outra pessoa. Assim, compramos o que já está no mercado e não incentivamos a produção desenfreada de nas peças.

Bom, quem se interessou, aí vai a dica:

SERVIÇO:

DATA: 02/07/11

Horário – 9h às 19h

Local – 211 norte (comercial) ao lado do Instituto Visana