segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Tudo é tudo e nada é nada!

por katia maia

Então, Dilma candidata se deu bem ou não na entrevista dada nesta segunda-feira ao Jornal Nacional da TV Globo?
A resposta é: depende.
"De quê?", você pergunta.
Depende de que lado você está. Essa é a resposta.


Para os admiradores e seguidores de Dilma e do PT, a presidenta se saiu muito bem e conseguiu "engabelar" os apresentadores da poderosa TV Globo.
Para os contrários à presidente, a entrevista apertou Dilma e a presidente não conseguiu explicar por que se cerca de pessoas desonestas, faz trocas de seis por meia dúzia nos cargos de seu governo atendendo aos partidos e, mais: é omissa quando o PT exalta e defende pessoas condenadas por corrupção.

Dilma não se mostrou confortável, embora estivesse sendo entrevistada no conforto de sua casa no Palácio da Alvorada. Ela não sorriu e em alguns momentos fez cara de pouquíssimos amigos. Pensei até que ela iria pular na jugular do Bonner. Em dado momento, pediu para terminar seu raciocínio.

O Bonner foi meio grosseiro e fez perguntas muito longas.
Já a Patrícia Poeta mau falou. Mas, teve um ponto positivo para Dilma: apesar de seu descontentamento, em nenhum momento a presidente chamou a Poeta de "minha filha", como costuma fazer quando é entrevistada e é desagradada.


No final, ela até ensaiou um "não vamos desistir do Brasil" com um "precisamos acreditar no Brasil"
A verdade é que política é isso mesmo: uma discussão sanguínea de posições defendidas por quem é contra ou a favor desse ou daquele candidato.

Os interesses variam, as convicções idem.

Resta saber o que esperar de um país que tem pela frente o desafio de eleger um presidente entre candidatos carimbados. E de novo? Nada!

Cést tout la même chose!

p.s. E essa roupa azul? Tá certo que o vermelho do PT já está demais, mas, podia ser um verde (esperança) talvez. Sei lá!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Eleitores Nem Nem. E agora?


**Antes de mais nada: à família fica a dor profunda da perda trágica de um pai, filho, marido. Essa é uma dor que não tem fim. Por isso à eles reúno e envio os melhores sentimentos de força e luz. 

por katia maia
A triste tragédia do candidato Eduardo Campos só nos mostra que nada é certeza de nada. Um político que certamente tinha muito futuro pela frente. Quem, na sua mais criativa imaginação, preveria uma roteiro como esse?

Um candidato novo, que despontava como opção para tantos já cansados da velha política de oposição de direita e para os sem ânimo de votar na manutenção do governo que aí está.

Muitos eleitores de Eduardo Campos tinham, no fundo, a consciência de que muito certamente seu voto não seria suficiente para levá-lo ao segundo turno, quiçá à presidência.  As pesquisas mostravam que as intenções de voto em Eduardo Campos ainda estavam bem distantes das direcionadas aos dois outros principais candidatos. Mas, e daí? Voto tem que ser dado independentemente das chances de vitória ou não. É preciso acreditar. Era preciso acreditar...

Eduardo Campos aparecia no cenário político dessas eleições como uma opção para aqueles que já não aguentam mais o governo Dilma - e todo o PT que ela carrega – e a oposição sem representatividade nenhuma do PSDB de Aécio Neves que nada de novo traz para o Brasil.

E agora? Como ficam os brasileiros que iam apostar no “um pouco mais novo e renovador”? Ontem, ao ver a entrevista no Jornal Nacional, eu comentei com meus filhos: olha o meu candidato. Hoje, quando falamos da tragédia, os dois me perguntaram: e agora? Vai voltar na Dilma ou no Aécio? Em nenhum dos dois. Eu disse. Mas, não sei o que fazer. Viramos os eleitores Nem Nem. Nem Dilma nem Aécio. 

E agora? Marina? Não sei se ela terá a força do novo e do diferente. A ver...


terça-feira, 12 de agosto de 2014

COISADAS PRA HOJE!

Hoje, o meu Dia a Dica vai para o meu novo espaço na rede, o blog coisadasprahoje.blogspot.com.
Ele será atualizado com dicas, impressões, visões, leituras... Tudo que se encaixe numa coisada, ali estará. Infelizmente, hoje, inauguro o espaço com a triste notícia do suicídio do ator Robin Williams.



Blade Runner para bebês?

por katia maia Com meus filhos crescidos, adultos e já homens feitos, não preciso mais pautar minhas idas ao cinema aos horários, ses...