segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Taxis X Uber. O UFC está nas ruas!


Por Katia Maia
Eu não sei se sou eu que perdi a noção ou se o mundo está girando ao contrário, mas essa disputa Uber versos taxistas está beirando a selvageria. As agressões que estão surgindo desses animais que dirigem táxis está completamente fora do que é minimamente razoável. Será que os taxistas pensam que vão conseguir algum apoio da população, agredindo os passageiros que entram em carros do Uber. Se havia algum nível de razoabilidade no debate, esse termina no exato momento em que se parte para a agressão.

Aliás, não sei se os taxista foram educado assim, mas eu sempre ouvi de meus pais que, apelou, perdeu a razão. Xingou, partiu para cima, agrediu... Perdeu a razão!

Semana passada aconteceu aqui em Brasília, quando um taxista impediu um casal de transitar num carro do Uber. Esse senhor taxista forçou o casal a sair do carro e embarca em um táxi para seguir seu destino. Bom, eu acho isso uma agressão e quando os taxistas falam que o Uber é caso de polícia. Para mim, caso de polícia é um monte de motoristas alucinados começarem a agredir os passageiros.

Daí, a minha surpresa (novamente) quando abro a notícia que dá conta de uma agressão de um taxista a um passageiro em Minas Gerais. Então, quer dizer que generalizou? É isso mesmo produção? Teremos que andar com medo dentro dos carros com motorista.

Aos taxistas, um conselho: em vez de simpatia da população, eles estão conseguindo a nossa antipatia. Não vejo porque eu, o motorista ou qualquer passageiro deva sofrer agressão no meio de um percurso. Para qualquer discussão existem as instancias par a

serem debatidas. Agressão é indiscutivelmente um discurso de selvageria.


Agora, só uma reflexão: por que a pessoas estão pegando o Uber? Por que é mais barato? É, é por isso também. Mas, há um elemento que os taxistas estão se esquecendo: o serviço! Aqui em Brasília, inúmeras vezes os taxistas nem bom dia deram. Pelo contrário: muitos chegavam mal humorados e, algumas vezes, chegaram a discutir comigo (a passageira, pode?). Então, bons serviços atraem clientes e, mais, serviços com preços razoáveis, idem! 

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