segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Magia embarcada

por katia maia

O que esperar de uma parceria que une o sonho com a vontade de voar. O Homem sempre sonhou em voar. A Disney sempre alimentou os sonhos de gerações, independentemente da idade. Então, porque não unir os sonhos e realizá-los. Foi o que fez a TAM Viagens, com a TAM e a Disney World. Firmaram uma pareceria dos sonhos que inaugura um novo voo para Orlando, saindo de Brasília direto para orlando, na Flórida.



A novidade foi lançada em Brasília um dos principais Rub da TAM em um evento digno do padrão Disney World.  Com uma boa dose de suspense sobre o que aconteceria, com muitos elementos remetendo ao principal personagem da Disney - o Mickey, claro - e com a presença de representantes de marketing das empresas parceiras, a TAM anunciou que está inaugurando um novo voo para orlando e, por meio da Tam Viagens, quem comprar o pacote de seis noites ganha duas entradas em parques da Disney e uma diária a mais no hotel.

“O jeito Disney de excelência nos conecta perfeitamente com nossos passageiros”, disse Marcelo Dezem, Diretor da TAM Viagens.


Ramiro Vasquez, diretor de marketing e vendas para a América Latina do Walt Disney World Parks e Resorts, destacou a paixão que o povo brasileiro tem pela Disney e ressaltou que a empresa tem novas atrações para os brasileiros quando chegarem ao mundo encantado, como o Centro Springs e as atrações de Frozen que desembarcam no Epcot.

Tinker Bell!

O novo voo TAM para Orlando parte de Brasília nesta terça feira (23/2) e promete muita surpresa para quem embarcar nessa fantasia. O avião foi todo adesivado com personagens da Disney e sua calda traz o castelo encantado do Magic Kingdom.


Vamos aos detalhes do evento?

Primeiro, não tem como não falar do bufet. Os quitutes todos remetiam ao Mickey, com sua inconfundível marca...

Cupcakes! Hummmm delícia!


Olha as orelhinhas do ratinho mais famoso...

Close na cupcake!
Antes de começar o evento, o staff preparou crianças e pais que estavam acompanhando seus filhotes para o momento magia.

Maquiadores e fotógrafos para deixar tudo no melhor jeito Disney

E, para satisfazer nosso lado criança: fotos com os personagens que vieram diretamente do maravilhoso mundo Disney para nos apresentar a novidade:


Olha eu aí com o casal Mickey e Minnie

Não ia deixar de posar com o Pateta e o Donald, né!




Está tudo lá também no coisadasprahoje

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Quase um Quiosque, mas... Pá! É um restaurante!

Restaurante Cristal no SIG, em frente à SQSW 100
por katia maia

Sabe aquele lugar que você passa em frente diariamente e pensa: vou experimentar um dia! Tipo um bistrô, uma carrocinha de cachorro-quente, uma sorveteria etc. Locais despretensiosos que parecem legais, simples e que valem a pena dar uma passadinha.

Pois assim aconteceu com o Restaurante Cristal, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG) em frente à quadra 100 do sudoeste. 

Não é nada demais, parece um daqueles self service mega simples (quase um quiosque) e que alguns jamais entrariam, por puro preconceito, claro. Mas, se tem um conselho que posso dar: dispa-se de preconceitos. Eles não te levam a lugar algum, pelo contrário, te colocam em marcha ré.

Dito isso, hoje, estava com pressa, na hora do almoço, e enfrentava uma situação bem peculiar na minha vida: a minha geladeira – Inverse/Brastemp – resolveu dar pau. Um daqueles que acabam com a nossa rotina e também com tudo o que a gente tem dentro dela.

Mas, isso é papo para outra postagem e que eu vou fazer questão de escrever e marcar a #Brastemp para que me dê uma explicação plausível para o problema.

Bem, sem comida e sem tempo para cozinhar o que for, tive que recorrer a uma solução externa e, passando em frente ao recém inaugurado restaurante Cristal. Ambiente simples, mas comida bem feita. Pensei que era self service. Não era! Eles servem pratos feitos, mas o cardápio me pareceu bem variado: (R$ 15,00), Bife acebolado (R$16,00), prato light com frango e salada e prato do dia (R$ 15,00). Tudo, com o básico e acompanhamento: arroz, feijão, batata frita, farofa dependendo do prato escolhido.

As porções são bem servidas. O bife é bife mesmo e grande! As folhas das salada são frequinhas, verdes, bonitas e saborosas e os pratos são muito bem servidos. No fim das contas, achei bem honesto o preço e a relação custo benefício justa.

Ah, tem outro detalhe, que eu achei simpático por conta do estabelecimento. Quando os pratos chegaram, o dono ou gerente, não sei, veio nos perguntar se aceitaríamos degustar o babybeef que eles estão testando para disponibilizar quando houver o serviço de self service. Dizemos que sim e nos foi oferecida uma porção pequena de um baby beef bem saboroso com um molho de ervas. Simpático!


Esse #eucurti!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A perturbadora história de Amy

por katia maia

Então, numa tarde de domingo, a gente olha para o controle remoto, percebe que tem 550 canais e não acha nada de bom para assistir. Nesse caso, no mundo moderno, opções avulsas não faltam. Play TV, ITunes TV, Netflix e por aí vai... 

Fui para o Netflix e achei o documentário recém lançado da Amy Winehouse e que conta, por meio de vídeos caseiros, a trajetória da jovem inglesa que muito cedo revelou seu talento para a música e para as drogas. O documentário é perturbador. Sabemos onde tudo vai dar: no dia 23 de julho de 2011, quando a artista é encontrada sem vida em seu apartamento em Londres. 

No show em Belgrado
O documentário dirigido por Asif Kapadia (que também dirigiu um doc sobre Ayrton Senna), desvenda um pouco dessa talentosa jovem que estourou nas paradas de sucesso ainda muito nova, com 18 anos e não parou mais. 

A relação dela com a música e sua fragilidade diante do sucesso revelam no doc cenas desconcertantes como a do show na capital sérvia, Belgrado, com o seu desempenho desastroso em que ela está nitidamente fora de si. 

Os claros efeitos das drogas
O filme revela ainda sua relação com a família e mostra um pai explorador que vivia expondo a filha e sobrecarregando a artista com agenda de shows, em detrimento de sua necessidade de recuperação e reabilitação. 

Outro ponto de destaque é o relacionamento dela com o marido  Blake Fielder-Civil, que a introduziu aos vícios da heroína e do crack.

Com o marido Blake
O documentário termina onde todos sabíamos que terminaria: com a morte da atriz por overdose de bebida. Crônica de uma morte anunciada. 


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Degustação self service de vinho: melhor não. O bolso agradece!

Adega Baco, 101 do Sudoeste
por katia maia

Então, numa quarta-feira despretensiosa, surgiu o convite. Havia muito tempo que não nos encontrávamos e a amizade, mesmo forte e compreensível, precisa de momentos de bate papo no Tete a Tete. Coisas de amigas. Coisa  de quem precisa de amigos, coisas de quem conheceu o mundo antes das redes sociais, que se adaptou às mesmas, mas que não dispensa bons momentos numa mesa de bar, tomando um bom vinho e colocando o assunto em dia.

Pois bem, fazia mesmo muito tempo que não nos encontrávamos no mundo real. Nos meios virtuais, uma sempre soube da outra, mas sabe como é; um zap daqui, uma curtida na página do Facebook ali, e nada além disso tudo. Marcamos o nosso Friend Happy Hour (FHH) numa adega perto de casa. Dava para irmos a pé,portanto, estávamos livres da lei Seca e poderíamos degustar nosso vinho sem peso na consciência, ou, sem ter que recorrer ao Uber para voltar para casa.

Vinho Dal Pizzol
Pois bem, o local escolhido: Adega Baco Wine Bar. Um local bem transado na quadra 101 do sudoeste (moro na 100). De cara, simpatizei com a adega. Escolhemos uma mesa na parte interna, mais para o fundo. Afinal, queríamos colocar o assunto em dia sem muita interferência. 

O ambiente não estava barulhento e os garçons não demoraram a nos atender. Logo ficamos sabendo que havia duas formas de degustar os vinhos: a primeira, escolhendo uma garrafa na adega e a outra degustando pequenas quantidades (a partir de 30ml até 150 ml), num esquema self service. O garçom fornece um cartão e  próprio cliente escolhe o vinho, dentre as opções oferecidas, e se serve dele. O cartão tem o valor de R$ 100,00 e a cada escolha e degustação, debita o valor equivalente do cartão fornecido e que será incluído na conta para pagamento posterior.

Optamos primeiramente por degustar um vinho (a garrafa) nacional, das serras gaúchas: Dal Pizzol. O preço, quase R$70,00.

Para comer, as opções de entradinhas são muuuuuuito saborosas. A que mais gostei foi  o Dueto de queijos ao forno com torradas  - gorgonzola e Bel paese com geleia de frutas do bosque – 12,00.

Dueto de Queijos: superbe!
Vencida a primeira garrafa, decidimos nos servir na máquina self service para degustar vários vinhos sem ter que pagar uma nova garrafa. E foi aí que a coisa pegou. Nos empolgamos! Pedimos o cartão ao garçom e começamos a degustar os 30 ml de alguns vinhos para depois escolhermos o que melhor nos satisfez. 

Cuidado com o self service!
Experimentamos cinco vinhos e quando nos decidimos pelo que mais nos agradou e fomos nos servir de uma quantidade maior , qual foi a nossa surpresa ao saber que os R$ 100,00 já tinha praticamente acabado e não tínhamos mais crédito para uma taça de 75 ml. Resultado, não vale a pena ir na degustação self service.  É caro e , a não ser que tenhamos a certeza e conheçamos o vinho, não vale a pena experimentar porque sai mais caro do que pedir uma garrafa inteira.

Dessa forma, 


Amigas.com!



#ficadica.