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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

No Drama, de Iberê Camargo

"Tudo te é Falso e Inútil", obra de Iberê Camargo
foto: Rômmulo Fialdini

#Agende-se

De 9 de outubro a primeiro de dezembro, o público poderá apreciar telas, guaches e estudos do artista Iberê Camargo, na Galeria Espaço Cultural Marcantonio Vilaça do Tribunal de Contas da união (TCU).

As peças que compõem a  mostra “Iberê Camargo: No Drama” fazem parte do acervo da Fundação Iberê Camargo e a inclui também dois curtas metragens e um documentário.

A exposição traz peças que demonstram o dinamismo de Iberê Camargo e revelam uma face pouco conhecida de um dos maiores artistas brasileiros do século 20: seus trabalhos inspirados na literatura, no teatro, na dança, na música e no cinema. Iberê Camargo fazia de suas sessões de pintura momentos de criação reveladores de uma alma curiosa, ruidosa, atenta e sofrida.

Também fazem parte da Mostra uma série de desenhos, estudos de figurinos e cenários para um projeto de encenação do balé “Rudá”, de Heitor Villa-Lobos, produzidos em 1959. A exposição contará também com uma sessão interativa feita a partir de oito painéis confeccionados em 1960, da lenda “Salamanca do Jarau”, e presenteados por ele a Luiz Aranha, amigo e mecenas do início de sua carreira artística.

 “No Drama” traz ainda uma importante série de obras da fase final da carreira de Iberê Camargo. No ano de 1992, ele participou das gravações do curta-metragem “Presságio”, de Renato Falcão. Em uma das cenas, o artista desenha um dos personagens. A filmagem deu origem a uma série de guaches que foram doados por Iberê Camargo em prol da campanha de conscientização sobre a AIDS chamada “Um ato de amor pela vida”.

Além de “Presságio”, outro curta-metragem presente na exposição é “Pintura Pintura”, do fotógrafo Mario Carneiro, que registra um depoimento de Iberê enquanto pinta um retrato.
Como parte das atividades paralelas à mostra, haverá exibição do documentário “Magma”, de Marta Biavaschi, realizado em 2014. O filme apresenta Iberê Camargo e faz reflexões sobre sua arte, vida e obra por meio de imagens e áudios de arquivo.

A realização da mostra Iberê Camargo: No Drama, em Brasília, é uma parceria firmada entre o TCU e o SESI e tem a curadoria de Eduardo Haesbaert e Gustavo Possamai.

Serviço
Exposição “Iberê Camargo: No Drama”
Curadoria: Eduardo Haesbaert e Gustavo Possamai
Local: Galeria do Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, no Centro Cultural TCU (St. de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3) – Brasília DF
Período de exibição: De 09 de outubro a 1º de dezembro
Classificação indicativa: Livre
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 09h às 18h e aos sábados, das 14h às 19h
Entrada gratuita

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Como definir o inefável?



Por Katia Maia
*Colaboração de Tina lemos na produção de imagens.


A minha maior preocupação era quanto ao som.  Seria um estádio, como o Mané Garrincha, adequado para um show da magnitude e sensibilidade exigidas pelo artista Andrea Bocelli? A resposta é: sim! O áudio estava perfeito e a voz do maior tenor do mundo soltou-se para uma plateia ávida por seus acordes.

É a quinta vez que o tenor italiano vem ao Brasil e a primeira a Brasília. E o encantamento foi mágico. Acompanhado por orquestra, coro, soprano e Maria Rita, artista convidada, a plateia praticamente não respirava ou se respirava era para se inebriar com o tenor. O show foi dividido em duas partes, a primeira com repertório clássico e a segunda com canções mais populares.


Na primeira parte, a presença da soprano Larisa Martínez, vencedora da competição do Metropolitan Opera em 2016, além do Prêmio Fundação Angel Ramos e do Prêmio do Público. Larisa é reconhecida pela qualidade de sua voz calorosa e pelo timbre marcante.


Na segunda, o dueto inédito com a cantora Maria Rita, que acompanha Bocelli em todos os shows pelo Brasil – já passou por Porto Alegre e segue para São Paulo, no Allianz Parque, dias 29 e 30 de setembro.

O espetáculo ‘Si’, que chega ao Brasil no momento em que o tenor completa 60 anos (no dia 22/9) e 20 anos do lançamento original do álbum “Romanza” – álbum mais vendido de todos os tempos por um artista italiano e uma compilação de músicas românticas italianas. Foi o terceiro disco do tenor e um marco de início de uma carreira.



Sem mais... Porque falar de Andrea Bocelli é exaurir palavras sobre o inefável. Só mesmo indo, vendo e vivendo esse show mágico para defini-lo , não em palavras, mas em sentimentos.  

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Une nuit française


por Katia Maia

A proposta? Uma noite agradável, degustando a culinária francesa harmonizada com vinhos idem. Isso, num lugar com todo o charme de uma cafeteria francesa, instalada dentro de um dos locais mais franceses de Brasília, a Aliança Francesa!


O resultado?  Propósito alcançado!

Fui, numa quinta-feira, 9/08, participar, verificar e apreciar a 7ª Edição do Amuse Bouche. O nome já dava uma dica do evento: um aperitivo, uma degustação, uma mostra de bons vinhos e bons pratos franceses. Tudo minuciosamente escolhido e preparado pelos anfitriões do Le Jardin Bistrot – Márcia Cruz (sommelier), Tiago Santos (chef) e Marcus Vinicius Oliveira (administrador) para nos sentirmos bem. E olha que ‘acolhimento’ é a palavra! 

Karla Maia (irmã), Márcia (anfitriã) e eu

Logo que cheguei, Márcia veio me receber na porta do bistrot e já me adiantou que a degustação estava justamente começando. Um cardápio de sete vinhos franceses trazidos ao Brasil pela Importadora Chez France, que atende ao estabelecimento.

Os anfitriões Marcus, Thiago e Márcia
Ao todo foram servidos sete vinhos, sendo dois brancos, um rosé e quatro tintos. No final, quem participou pôde comprar os rótulos ao preço de custo comprado pelo Le Jardin na importadora. O vinho que mais gostei foi o rosé – Domains de Saint Ser Prestige 2016. Um primor! Daqueles vinhos que a gente degusta, gosta e quer levar de qualquer jeito. Comprei!

Bouillabaisse com leite de coco,
O rosé foi servido após os dois brancos, que abriram a degustação e eram muito bons também,  e juntamente com o terceiro prato – Bouillabaisse com leite de coco, sopa de camarão, peixe e mexilhões. Nem a minha irmã, que não gosta de mexilhões, resistiu. Parfaite!

Comprei ainda outro vinho, um tinto, o Domaine Glantenet hautes Côte de Nuits 2016. Superbe! Ele foi servido com Bouef Bourguignon – purê de batatas com alho assado, cebolas, bacon, tomates confit em consome de cogumelos. Não resisti e também este vinho foi parar lá em casa. Resta saber se terei cacife para servir pratos franceses acompanhando os rótulos. Mas, isso é papo para outra conversa (rs).

Bouef Bourguignon
Bom, no quesito vinhos, o evento trouxe um plus: a presença do especialista em vinhos Thiago Matheus do Blog Vinhos do Dia. Ele fez questão de ir de mesa em mesa, apresentando a carta de vinhos, tirando dúvidas e assessorando os presentes. Aliás, o tempo todo me senti bem recebida. Márcia também foi várias vezes até a nossa mesa para verificar se estava tudo correndo bem e estava.

Vinhos à venda
Uma nota para a degustação: não foi um evento em que precisávamos pegar fichinhas para degustar vinho um, dois ou três etc. Não havia medidores nas garrafas. Ao gostar de um vinho, podíamos perfeitamente pedir um pouco mais e degusta-lo novamente.

Márcia e Thiago Matheus
Assim, posso dizer que participei, degustei, conversei, aproveitei e saí satisfeitíssima de um evento acolhedor  numa  cafeteria aconchegante que está localizada dentro da Aliança Francesa, de frente, nada mais nada menos,  para
um dos mais belos jardins da cidade, projetado por Burle Marx.

O Le Jardin Bistrot é um local pensado para você se sentir bem e acolhido.  E olha que eu nem falei da minha memória afetiva com a Aliança, onde estudei durante anos até finalizar o curso de francês. N'est pás?





Serviço:

Local: Aliança Francesa , SEPS 708/907 Lote A - Asa Sul
Horário: 07:30 às 20:30
Fone: (61) 3262-7677

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Para começar: Quitinete!
por Katia Maia


Então, começou o Restaurant Week e já fui testar um dos menus. A minha primeira experiência foi com o Quitinete, na 209 sul. Optei pelo prato completo – entrada, principal e sobremesa e aqui vão as minhas considerações:

A  Entrada teve como prato um ‘Crocante de parmesão com champignon fresco, tomate seco, azeitonas, queijo grana padano, orégano e azeite extra virgem’. Minhas impressões: combinação gostosa, mas o crocante de parmesão, que é a base do prato estava muito rígida. Desconfortável para comer de tão dura. 

O Prato de entrada vem acompanhada de talheres para comer. Eu sugiro dispensá-los e usar as mãos. A forminha de parmesão precisava ser quebrada com o dedos antes de comer, de tão rígida.  Tudo muito gostoso, mas meio desconfortável para comer.

Optei, como prato Principal pelo ‘Robalo grelhado na manteiga de ervas, acompanhado de   O Robalo estava maravilhoso. Impecável. Cheguei a pedir, antes de provar, uma porçãosinha de geleia, pois adorod peixe com um pouco de geleia. Não precisou. O prato estava afinado. Bem harmonizado, super balanceado e absurdamente gostoso. #Recomendo.

fetuccinne ao creme de limão siciliano’. Desnecessário dizer que tudo que leva limão siciliano, para mim, já tem minha simpatia profunda. #Amo.

A Sobremesa – sempre a minha queridinha do pedaço, já que sou doçólatra assumida – também estava muito gostosa. Uma ‘Choco-mousse com chocolate meio amargo, nozes e creme de musseline de baunilha. Dispensa comentários. Se você gosta de doce, de uma sobremesa fina e no time certo, recomendo.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Domingo é dia de rock bebê!

Depois de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Salvador,  
chega a Brasília o Nivea Viva rock   

por katia maia 
Já virou tradição em Brasília e o deste ano eu não perco nem! O Nivea Viva celebra, agora no domingo, o Rock. E não há lugar melhor para celebrar o Rock do que em Brasília. Assim, você que viveu a geração do rock aqui na capital, você que não viveu, mas curte, você que não curte, mas conhece e você que não conhece, deve bloquear a agenda e, domingo, às 17h, marcar presença na Praça das Fontes do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek

Este ano, o projeto NIVEA VIVA entrou no espírito do rock e reúne ícones do gênero que há 60 anos contagia o país. No espetáculo NIVEA VIVA Rock Brasil,  nada mais nada menos do que Nando Reis, Paula Toller e os Paralamas do Sucesso se juntam a uma super banda formada por Dado Villa-Lobos (guitarrista da banda Legião Urbana), Maurício Barros (tecladista do grupo Barão Vermelho), Rodrigo Suricato (voz, guitarra e violão da banda Suricato, uma das revelações recentes do rock brasileiro) e Milton Guedes (gaitista e saxofonista que também integrou a banda de Lulu Santos).

A proposta é de fazer uma antologia do gênero. O show foi todo arquitetado pela diretora geral Monique Gardenberg e a direção musical leva a assinatura de Liminha – um dos mais importantes e atuantes produtores de discos de rock do Brasil ao longo das últimas décadas e baixista de uma das formações dos Mutantes.

Liminha, inclusive, assume o instrumento na turnê, que conta ainda com a participação da cantora e atriz Marjorie Estiano como convidada especial. A cantora Pitty, que fazia parte do elenco do projeto, está grávida e deverá manter repouso seguindo recomendação médica. Por conta disso, não participará das apresentações.

Quando passou por Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Salvador, sempre em apresentações gratuitas e ao ar livre o público estimado alcançou mais de 100 mil pessoas, chegando a 150 mil em Fortaleza.

Em Brasília, o  espetáculo terá ainda transmissão ao vivo pelo canal Multishow. Daqui, o show segue para São Paulo.  “Vamos apresentar um tributo a um gênero enraizado na cultura do país. O rock brasileiro é único e autêntico, capaz de transitar facilmente por todas as gerações por meio de um show com um repertório incrível, um presente da NIVEA para todas as famílias do Brasil“, revela Tatiana Ponce, diretora de marketing da NIVEA BRASIL. 

O roteiro do show foi criado pelo jornalista Hugo Sukman e segue uma ordem cronológica, começando pelo repertório de Celly Campello (1942 – 2003), cantora paulista que alcançou picos de popularidade entre 1958 e 1960, primeira estrela do então nascente universo pop brasileiro.

“O repertório passa também pela Jovem Guarda, Mutantes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rita Lee, Raul Seixas, a geração de 1980, as bandas dos anos 1990 (Raimundos, Nação Zumbi, Charlie Brown Jr.), Los Hermanos e vai até os anos 2000”, lista Monique Gardenberg.

“Alguns arranjos são surpreendentes, porque é sempre bacana surpreender a plateia. Mas deixei várias músicas com a cara original, porque o público gosta de ouvir as músicas nos shows do jeito que elas são”, explica Liminha.



Serviço:

BRASÍLIA
5 de junho (domingo), às 17h
Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek
Praça das Fontes
Asa Sul de Brasília – estacionamento 9 – acesso 906/7 Sul – Brasília – DF

SÃO PAULO (próximo destino)
26 de junho (domingo), às 16h30
Praça Heróis da FEB
Av. Santos Dumont – Santana – São Paulo – SP

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Degustação self service de vinho: melhor não. O bolso agradece!

Adega Baco, 101 do Sudoeste
por katia maia

Então, numa quarta-feira despretensiosa, surgiu o convite. Havia muito tempo que não nos encontrávamos e a amizade, mesmo forte e compreensível, precisa de momentos de bate papo no Tete a Tete. Coisas de amigas. Coisa  de quem precisa de amigos, coisas de quem conheceu o mundo antes das redes sociais, que se adaptou às mesmas, mas que não dispensa bons momentos numa mesa de bar, tomando um bom vinho e colocando o assunto em dia.

Pois bem, fazia mesmo muito tempo que não nos encontrávamos no mundo real. Nos meios virtuais, uma sempre soube da outra, mas sabe como é; um zap daqui, uma curtida na página do Facebook ali, e nada além disso tudo. Marcamos o nosso Friend Happy Hour (FHH) numa adega perto de casa. Dava para irmos a pé,portanto, estávamos livres da lei Seca e poderíamos degustar nosso vinho sem peso na consciência, ou, sem ter que recorrer ao Uber para voltar para casa.

Vinho Dal Pizzol
Pois bem, o local escolhido: Adega Baco Wine Bar. Um local bem transado na quadra 101 do sudoeste (moro na 100). De cara, simpatizei com a adega. Escolhemos uma mesa na parte interna, mais para o fundo. Afinal, queríamos colocar o assunto em dia sem muita interferência. 

O ambiente não estava barulhento e os garçons não demoraram a nos atender. Logo ficamos sabendo que havia duas formas de degustar os vinhos: a primeira, escolhendo uma garrafa na adega e a outra degustando pequenas quantidades (a partir de 30ml até 150 ml), num esquema self service. O garçom fornece um cartão e  próprio cliente escolhe o vinho, dentre as opções oferecidas, e se serve dele. O cartão tem o valor de R$ 100,00 e a cada escolha e degustação, debita o valor equivalente do cartão fornecido e que será incluído na conta para pagamento posterior.

Optamos primeiramente por degustar um vinho (a garrafa) nacional, das serras gaúchas: Dal Pizzol. O preço, quase R$70,00.

Para comer, as opções de entradinhas são muuuuuuito saborosas. A que mais gostei foi  o Dueto de queijos ao forno com torradas  - gorgonzola e Bel paese com geleia de frutas do bosque – 12,00.

Dueto de Queijos: superbe!
Vencida a primeira garrafa, decidimos nos servir na máquina self service para degustar vários vinhos sem ter que pagar uma nova garrafa. E foi aí que a coisa pegou. Nos empolgamos! Pedimos o cartão ao garçom e começamos a degustar os 30 ml de alguns vinhos para depois escolhermos o que melhor nos satisfez. 

Cuidado com o self service!
Experimentamos cinco vinhos e quando nos decidimos pelo que mais nos agradou e fomos nos servir de uma quantidade maior , qual foi a nossa surpresa ao saber que os R$ 100,00 já tinha praticamente acabado e não tínhamos mais crédito para uma taça de 75 ml. Resultado, não vale a pena ir na degustação self service.  É caro e , a não ser que tenhamos a certeza e conheçamos o vinho, não vale a pena experimentar porque sai mais caro do que pedir uma garrafa inteira.

Dessa forma, 


Amigas.com!



#ficadica.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

No meio do caminho tinha um artista - Parte 2

Tietando o artista
por katia maia

Começar uma sexta-feira de trabalho com uma conversa com um artista plástico do porte de Carlos Bracher é realmente um presente. Eu já conhecia a obra do artista e recentemente tive maior contato com sua arte ao visitar a exposição Bracher – Pintura e Permanência, no CCBB de Brasília.

No dia, quando fui à exposição, o artista estava lá fazendo uma intervenção e eu, já fã de seu traço, acompanhei o processo de criação do artista, que pintou uma belíssima tela a partir dos elementos que tinha ali no momento, como
o público presente, os monumentos (Ponte JK ao fundo)  e o CCBB. Fiquei maravilhada com o passo a passo de surgimento de uma tela daquele porte.
Atenção às palavras do artista

Pois bem, corta, edita, chegamos ao dia 31 de julho de 2015 e, para minha surpresa, o artista estava lá  no meu  trabalho. Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, conversar, compreender um pouco mais do artista. Uma pessoa que se mostrou apaixonada por JK e sua obra e que demonstrou isso ao citar várias vezes o criador de Brasília: alguém cheio de sonhos, que adorava ler, que se cercava dos melhores e que se mostrou grandioso com sua obra: Brasília.
Selfie!

Bracher me encantou e me senti privilegiada em poder conversar e conhecer um pouco mais desse artista mineiro que, em 2014, teve a sua exposição considerada a melhor pela Associação de Críticos de Arte. No ano, realizaram-se no Brasil mais de nove mil exposições. É ou não um privilégio começar uma sexta-feira assim?  


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Que balada, que nada!!!


por katia maia
#vemprarua

Inicio de manifestação na Esplanada dos Ministérios
Que balada, que nada. A onda agora é ir para a manifestação! Fico feliz em, de repente, ouvir nas rodas de jovens os diálogos, marcando dia, hora e razão para estar na rua para reivindicar, para protestar, ou simplesmente apoiar a causa. Nem que essa causa seja apenas dizer que está insatisfeito.
Adorei quando li numa matéria, a fala de uma jovem que ao ser perguntada por que estava ali, disse:
-       não consigo pensar em uma razão para não estar aqui! #Ótimo!
É por aí sim... Os jovens, os adultos, os idosos, as crianças... Todos tem que aprender (aqui no Brasil) que protestar dá resultado. É preciso mostrar que a gente não concorda com muita coisa. Esse ganho (pelo menos, penso) o povo brasileiro já conquistou: não está bom, a gente reclama.
Mas, o que eu gostei mesmo, foi de ver a juventude que vira e mexe é chamada de alienada, marcando para ir à manifestação e não para a balada.
Lembrei-me de minha época. Já fui assim e posso voltar a ser porque dessa vez a insatisfação move também os “mais velhos” a também acreditar que podemos tomar a praça e gritar que “assim não dá”! Dessa forma eu não quero.
A pauta está extensa, é certo. A insatisfação é enorme, é claro. Mas, acredito que, daqui pra frente pode-se eleger pautas e reivindicar.  Porque está claro que a coisa funciona. É a máxima do “povo não é bobo”. 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Faroeste Caboclo - um romance na Brasília dos anos 70/80


Por Katia Maia
#Gostei
O que dizer de um filme que saiu de uma música? E, mais, se essa música for uma espécie de marca registrada de uma época, numa capital de um país? Faroeste Caboclo é um filme é isso: um filme bem feito sobre uma história criada por um ídolo de uma geração e que falava a língua que a gente se identificava plenamente.
Ontem, fui assistir à pré estreia do filme Faroeste Caboclo, um filme que traduz de forma fiel a história de João do Santo Cristo,  um garoto que queria ver o mar e as coisas que ele via na televisão. 
Ao assistir o filme, a gente vai aos poucos reconhecendo os trechos da música e como se ouvisse a letra vai se envolvendo com a história. O romance entre um jovem pobre, negro e sonhador representado por Fabrício Boliveira (João do Santo Cristo) e a menina Maria Lúcia (Issis Valverde) rica e filha de senador é traz a crítica social que a própria história carrega independentemente de qualquer enredo.
Fabrício Boliveira e Issis Valverde
O filme retrata bem uma Brasília da década de 70/80. Para mim, que cheguei em Brasília justamente nessa época, o filme foi mais do que o romance, foi uma viagem no tempo.  Bem ambientado, a gente passeia por uma Brasília com ruas quase desertas e com jovens na esplanada bebendo e tocando violão.
As bandas da época aparecem como pano de fundo e o drama entre Maria Lúcia e João do Santo Cristo vai envolvendo a gente numa trama carregada de drogas, disputas do tráfico e a ternura do amor entre os dois.
Felipe Abib como Jeremias
O fim, a gente já sabe – está escrito na música. O clima de Faroeste Caboclo no final lembra um pouco os filmes a la Tarntino. Uma realidade meio tosca e forte, com sacos de cocaína sendo estouradaos na cabeça do traficante Jeremias. Aquele que ‘organizou a rockonha e fez todo mundo dançar’.
Duelo final
No final, o duelo e o fim do casal que morre junto. Um filme bem feito, baseado numa letra de música que já veio com o roteiro pronto de uma história que retrata bem a vida de milhares de brasileiros que são empurrados para o crime quando na verdade “só queria era falar pro presidente
Pra ajudar toda essa gente que só faz...

Sofrer...









quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Dudu Camargo - marromeno!

Aqui, segue a avaliação rápida e sucinta da minha amiga Ivana Mazurek sobre a sua experiência no Restaurante Dudu Camargo durante o Brasília Restaurant Week. 

Peguei o menu do almoço. Picadinho com arroz, entrada de cuscuz paulista e uma sobremesa, que se não me engano, era um minúsculo mousse de chocolate. Não estava ruim, mas eu que sou meio gulosa, deixei metade do prato principal.... o que quer dizer que não estava nenhuma maravilha.... Bjs

Quem quiser experimentar o menu e me enviar suas considerações, podemos ver o que prevalece, se o ótimo, bom ou marromeno. Ah, tem o ruim mesmo. Mas, esse, claro, não foi o caso para o Restaurante Dudu Camargo que fica nesse endereço aí:

CLS 303 , Bloco A|Loja 03
Asa Sul |

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Toquinho e Paulo Ricardo, #comoassim?


Por katia maia

Toquinho, para mim, sempre será Toquinho e Vinícius de Moraes, não há nem o que falar. Ele é eterno.
Agora quando vi a combinação “Toquinho e Paulo Ricardo cantam Vinícius”, achei a química estranha. Mas, no ímpeto de amigos e na vontade de rever um show do Toquinho (que adoro, aliás), me animei com a idéia.
Claro que o show foi bom. Quando Toquinho entrou, cantando clássicos como “sei lá, a vida tem sempre razão”, eu tive a certeza de que queria estar ali.
A vida tem mesmo sempre razão e aquilo que parecia uma “insensatez” me surpreendeu. O repertório de Vinícius é incontestável e as canções que Toquinho canta de sua própria autoria – Aquarela e Caderno – são clássicos que há muito permeiam a vida de muita gente.
A minha pelo menos. Me recordo do meu filho mais velho, pequenino ainda, curtindo bastante as músicas de Toquinho. Hoje, ele (meu filho, já adolescente) deixou o Toquinho um pouco de lado (para minha tristeza e vive ouvindo essas coisas horrorosas que chamam de música e que nada mais são do que o empobrecimento da música com  os tchá, tchum, tchá tchum.... Paraparapapá, tche, tchê, tchê  rê rê... Argh!.
Bom voltando ao show. Fomos eu, e três amigos, admirar a boa música popular brasileira de qualidade e não me arrependi.
O show começa somente com Toquinho e confesso que torci para continuar assim, mesmo sabendo que uma hora o seu parceiro no palco entraria. O Paulo Ricardo nesse dueto é quase uma interrogação do tipo: qual é a química ou o link nessa dupla?
Confesso que não descobri - mesmo depois de ver todo o show. O Paulo Ricardo é um triste arremedo do que um dia tentou ser, e cantando Vinicius de Moraes! É quase como perguntar: sim e aí?
Paulo Ricardo precisa dar um F5 na vida e se atualizar. Ele continua com a mesma postura e o mesmo cabelinho dos anos 80, com um detalhe: tem 50 anos e não é mais aquele rapaz do “Olhar 43” , aquele assim meio de lado, indo embora, louco por você...


O show tem dois momentos em que cada um dos intérpretes faz uma apresentação solo. O Toquinho, claro com músicas dele e o Paulo Ricardo... Bom, eu esperava que ele cantasse (pelo menos) alguma coisa da época do RPM, até porque ele não teve nenhum outro momento marcante na carreira senão aquele. Esperava que cantasse (talvez) “London, London”, só para constar. Qual o quê! Ele inventou de cantar músicas em inglês. Uma delas, do Elton John. #Oi? #basicamente #comoassim? 


Bom, no mais, aconteceu o que era esperado. O Paulo Ricardo tentou justificar a sua presença nesse dueto e atuou no show como (quase) um mestre de cerimônia. Ele introduzia algo sobre alguma música e pedia para o Toquinho contar a história da composição. Histórias que, claro, o Toquinho viveu. Histórias de quem tem conhecimento de causa, porque ele, sim, fez parte da época Vinícius – Tom.
Resumo da ópera: me diverti muito (sim!), analisando a falta de performance do Paulo Ricardo, me satisfazendo com a voz e o violão de Toquinho, que sempre gostei, e me deliciando com as composições de Vinícius que são sempre a certeza  de sucesso.

Real versus Virtual, quem ganha?

O Festival Variluz de cinema Francês 2019 começou!  por katia maia O grande mal das relações pessoais da atualidade se chama ‘r...