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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O desprezível ser desumano

por katia maia

Eu pensei em escrever sobre o quanto passei mal ao ver, de soslaio - porque ninguém em sã consciência ou que seja minimamente normal pode assistir a um vídeo como o que queimou vivo o jordaniano preso pelo estado islâmico e ficar bem – as cenas da execução do refém Jordaniano.

Não procurei o vídeo, não quis ver, não era minha intenção. Mas, o Facebook agora vem com essa idiotice de disparar automaticamente os vídeos postados. Assim, estava eu ‘rolando’ a página, quando vi a cena brutal e chocante do jordaniano sendo queimado vivo numa jaula. Se debatendo contra a grade e depois sucumbindo à morte.

Me veio um embrulho no estomago, vontade de vomitar, asco pela maldade monstruosa de seres humanos que matam e queimam outros e, pior, em nome da religião. De parte a parte, o que tenho a dizer é: vergonha de ter em nossa espécie essa dita capacidade de (não) raciocinar e que nos faz tão monstros, que permite a mente armar contra o outro e matar pelo simples motivo fútil de matar.


Dessa vez foi um jordaniano queimado vivo, outras vezes são outros decapitados, esquartejados, esfaqueados, atropelados, torturados até a morte etc. O pior é que isso acontece lá, em nome da religião e aqui, ao nosso lado, em nome sabe Deus de quê. A barbárie está por toda parte e pelos mais diferentes e desprezíveis motivos e, quer saber, Deus deve olha aqui para o planeta e pensar: Meu Eu, o que eu fiz? Por que dei autonomia a seres tão (des) humanos?

terça-feira, 12 de agosto de 2014

COISADAS PRA HOJE!

Hoje, o meu Dia a Dica vai para o meu novo espaço na rede, o blog coisadasprahoje.blogspot.com.
Ele será atualizado com dicas, impressões, visões, leituras... Tudo que se encaixe numa coisada, ali estará. Infelizmente, hoje, inauguro o espaço com a triste notícia do suicídio do ator Robin Williams.



sexta-feira, 1 de março de 2013

Draminha de fim de sexta feira

por katia maia

da série #prontofalei

Tem dias que terminam de uma forma murcha. Não deveria acontecer com as sextas feiras, mas infelizmente acontece. E é nesses momentos que a gente sente um vazio enorme. Uma sensação de "eu poderia fazer tanta coisa" e aqui estou, de frente para o computador, digitando e desabafando sobre a minha 'tristezinha' de não ter feito o que eu programara para essa sexta.
Posso dizer que isso passa a acontecer com mais frequencia conforme a idade avança. Na minha juventude, nos meus idos 20 anos, certamente não havia espaço para esses draminhas. Eu nem pensava nisso. O programa era certo, a balada era certa, encontrar os amigos era certo.
Agora, não. Agora, tudo depende de um monte de coisas. Um monte se 'senão', 'se' etc etc.
Aí eu fico assim, quietinha, pensando se está tudo bem, se a 'vibe' é essa mesma...
Eu até acho que pode ser. Claro, que hoje em dia, ficar em casa, ver um bom filme, ler um bom livro, são opções que me deixam bem animadas. Mil vezes mais do que a balada. Mas...
Sair um pouco, circular e viajar ainda me fascinam e quando encaro um fim de sexta feira como esse - quando eu tinha planejado uma saída da cidade, uma ida básica ao Rio de Janeiro, ver o mar, desopilar... E, percebo que a coisa murchou. É bem razoável que eu me sinta esvaziada e triste. É ou não é?

Calo-me...(da série #resgates)

*A partir de hj, sempre que eu resgatar algum texto meu escrito e não publicado, vou postar aqui. O que é escrito é para ser publicado....