terça-feira, 8 de março de 2016

Mulheres Furacões

Por katia maia

No dia internacional da Mulher, mulheres, sejam mulheres! Pronto, isso já é mais do que suficiente para mostrar quem somos, de onde viemos, o que fazemos. nem mais nem mesmo. Sem precisar provar nada pra ninguém.

A melhor coisa que a gente é, é ser mulher! E é assim que a gente faz acontecer. Tem obstáculo? A gente pula. Tem que dar conta? A gente enfrenta. Tem que ser frágil? A gente é. Tem que ser o quê? Tem que ser mulher. Ponto!

De Google à blogs independentes, hoje, a página principal, o doondle às páginas de vendas e memes, só deu nós... Foram ofertas, mensagens, matérias, histórias... Tudo dedicado ás mulheres. mas, sabe de uma coisa? No Dia internacional da Mulher, eu acho que a maior homenagem seria: mãe, mulher, filha, empregada, funcionária, chefe, profissional, estudante etc, hoje o dia é seu. tire o dia de folga!

E o mundo com um dia inteiro sem as mulheres tendo que dar conta, fazer, acontecer, decidir, realizar, levar, trazer, comprar, vender, atender, falar, ouvir, aconselhar e, acima de tudo, cuidar... Como seria? #Sópensei...

Agora,, as dicas do que vi por aí, por hoje:

#nãoqueroflores




No G1...

Casas tombadas preservam memória de mulheres que marcaram época

Casa de Tarsila do Amaral

No El País Brasil...

Empresas com mais mulheres no comando são mais rentáveis

A CEO da Pepsi, Indra K. Nooyi

Na ESPN...


Novo portal ESPN W.

E os memes!










FELIZ DIA PARA ESSES FURACÕES QUE 
NÃO PASSAM INCÓLUMES! 

segunda-feira, 7 de março de 2016

#Semanademulher

por katia maia
Na semana em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres e considerando que - na condição de mulher - acho mais do que justo a data. Pois, discursos feministas, militância ou defesa da causa a parte, acredito piamente que ser mulher traz em sua essência um "quê" a mais do que o universo masculino oferece. 

E não estou aqui falando em queimar sutiãs, exigir direitos iguais ou gritar 'abaixo aos homens'. Estou apenas constatando que, ao longo da existência da humanidade, desde a época em que a mulher tinha direito a não ter direito, até os tempos de hoje em que temos direito a tudo inclusive a trabalhar mais, dar tripla jornada de trabalho e ainda escutar dos machistas de plantão frases do tipo "não era o que vocês queriam?", acredito que o que se pretende é um estado de direito em que as coisas simplesmente sejam absolutamente equalizadas. 

Coisas do tipo, vamos ganhar salários equivalentes, vamos ocupar postos em número equivalente? Isso sem ter que haver cotas para mulheres, porque tenho certeza que há muita mulher competente mundo afora, com mais capacidade e que não consegue ascender aos postos de comando. 

Vamos dividir tudo? A alegria e a tristeza de arrumar a cama, lavar a louça, limpar a casa, manter tudo em ordem? Cuidar das crianças, acordar cedo para dar o café da manhã antes da escola, pegar a toalha molhada que ficou em cima da cama, guardar a roupa que ficou jogada no encosto da cadeira da sala, recolher os sapatos que ficaram largados no meio da casa e por aí vai...

Direitos iguais significa cuidados iguais, oportunidades iguais, tempos iguais, salários iguais, amores iguais, lazer  igual, ociosidade igual. Também para as mulheres, aliás, vale trocar o pneu do carro, por exemplo. E por aí vai...

Bom, em semana da mulher decidi postar aqui dicas interessantes, textos, fotos, notas etc. Tudo que eu achar que tem o viés #semanademulher.


Começo com essa entrevista publicada hoje no Estadão com a cineasta Vera Egito que faz a estreia
mundial de seu primeiro longa, Amores Urbanos, que, para mim é do tipo #gostei.
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Cineasta luta por mais ‘manas’ no mercado audiovisual

FOTO DENISE ANDRADE/ ESTADAO

A cineasta Vera Egito faz a estreia mundial de seu primeiro longa, Amores Urbanos, viaja pelo mundo para promover o filme e fala, à coluna, da luta por mais mulheres numa área dominada pelos ‘brothers’. 
 Depois de ter sido apresentada em Cannes como “jovem talento promissor” – em 2009, com dois curtas-metragens –, Vera Egito começa agora a correr o mundo para divulgar seu primeiro longa, Amores Urbanos. A estreia mundial aconteceu, ontem, no Miami International Film Festival e o filme desembarca em telas brasileiras a partir de maio.

 Com orçamento enxuto, o longa conta a história de três amigos que moram no mesmo prédio, vivendo conflitos da classe média paulistana. “Foi um processo bem intenso, porque tinha muitas referências pessoais. E a equipe foi toda de amigos. Estávamos em casa falando da nossa própria vida”, relatou a diretora em entrevista à repórter Marilia Neustein. Além da escolha pela participação de amigos, como Thiago Petit e Ana Cañas, a cineasta se deu conta, ao longo do processo, de que toda sua equipe criativa era formada de mulheres.
Nesta véspera do Dia Internacional da Mulher, a militante da causa faz uma comparação oportuna: “Aconteceu o mesmo que se dá com os diretores: eles chamam os brothers deles. Eu fiz o mesmo. Só que no meu caso são “manas”, as minhas parceiras e amigas. Que também são grandes profissionais”, diz.
A questão de gênero no audiovisual, aliás, é uma grande preocupação da cineasta, que participa de movimentos a favor de maior representatividade das mulheres no mercado. “Quando uma mulher lidera ou escreve um projeto, há personagens femininas fortes e questões que não são só sobre homens”, afirma. “É por isso que batemos o pé sobre a liderança do projeto. Porque é a liderança que vai trazer essa multiplicidade”. A seguir, os principais trechos de entrevista.
Por que contar essa história, uma história de amizade, e como surgiu a ideia do filme? 
Acho que a resposta vem da contemporaneidade. Creio que os filmes, assim como os livros, têm o mérito de ser um retrato do tempo. Talvez o Amores Urbanos seja o retrato dessa geração urbana. Até arrisco dizer que é o retrato de um estilo de vida das grandes cidades brasileiras. O filme fala sobre libertação na forma de se relacionar. Os personagens brigam muito mas estão sempre juntos. Acho que isso é o reflexo também de uma certa latinidade. As vidas urbanas se conectam mundo afora, mas eu vejo essa turma que é retratada no filme em muitas cidades latino-americanas. Agora, por que contar essa história? Acho que tem algo de autoficção. O filme não é autobiográfico, mas algumas falas foram literalmente extraídas da minha vida e da vida dos meus amigos.
Muito se fala da falta de filmes brasileiros que retratem a classe média. Amores Urbanos mostra a complexidade desse universo? 
Acho que sim. O filme foi pré-selecionado para alguns festivais que disseram que o longa não representava o Brasil, porque não é isso que eles esperam do universo latino-americano. Eu entendi. Penso que temos que retratar o Brasil inteiro em todos os seus aspectos: a vida rural brasileira, a periferia, e todos os grupos que não têm voz. O que me dói ainda é que o filme retratado na periferia não seja feito por um autor periférico, por exemplo. Eu ainda acho que é um discurso muito paternal, porque quem faz cinema, quem vai ao cinema, quem escreve sobre cinema, é a turma que está no Amores Urbanos. É essa turma.
Acha que a produção deveria ser mais democratizada? 
Existem mil movimentos, o cinema na periferia, o cinema negro, as mulheres negras autoras. Eu acho que vai ser legal quando os filmes brasileiros retratarem um Brasil e forem feitos e produzidos, idealizados por esse Brasil múltiplo, e não um cenário onde 84% dos longas é escrito e dirigido por homens héteros brancos.
Como diretora, você teve alguma transformação durante o filme? Alguma reflexão?
O processo que seguimos foi, desde o começo do roteiro, muito intenso porque tinha muitas referências pessoais. E a equipe era toda composta de amigos. Estávamos em casa falando da nossa própria vida. O mais desafiador, na verdade, foi filmar em 17 dias com um orçamento muito enxuto.
São Paulo tem um papel importante no filme, não é?
Tem. Mesmo sem ter nenhum plano geral, revelamos a cidade. São Paulo está na forma como as pessoas falam. Nessa lógica louca na qual se você não tem um bom emprego, está fracassado. Se namora “uma gata” tem que mostrar para os outros. Acho que têm muitas coisas negativas na lógica de São Paulo. De outro lado, a cidade dá essa possibilidade de ser anônimo. Você pode viver em uma cidade ultraconservadora ou em uma das cidades mais libertárias. Tudo isso na mesma SP. Amores Urbanos está nessa variedade de pessoas…
A equipe de criação do filme é quase toda composta por mulheres. Foi uma opção sua? 
Não fiz questão. E isso é que foi bonito. Só me dei conta quando a equipe já estava formada. Aconteceu o mesmo que acontece com os homens diretores: eles chamam os brothers deles. Eu fiz o mesmo, só que no meu caso são “manas”, não são brothers. Chamei as minhas parceiras, minhas amigas. Que também são grandes profissionais. Quando olhei em volta era diretora de fotografia, técnica de som, montadora, diretora de arte, figurinista. Era só “a mulherada”. No meu set de criação tinha um único homem – o diretor de produção – e isso gerava muita piada (risos). É claro que eu tenho amigos homens. Mas existe também uma associação, essa afinidade de gênero – que no movimento feminista chamamos de sororidade. Todos os amigos diretores que conheço escolhem sempre uma equipe só de homens e nunca foram questionados por isso.
Você participa de um grupo em prol das mulheres no audiovisual.
Sim. A SPCine convocou uma reunião das mulheres do audiovisual de SP e disso surgiu um grupo no Facebook. Hoje são mais de duas mil mulheres no Brasil. Somos uma rede de contatos, estamos levantando pesquisa sobre a situação da mulher no audiovisual, um banco de dados com todos os nossos nomes e funções, etc. Mas é um grupo apolítico, bem heterogêneo.
Nesse contexto, como você vê a representatividade da mulher nesse mercado?
Questiono o porquê de 84% dos filmes brasileiros serem liderados, escritos e dirigidos por homens brancos. Existem muitas mulheres, diretoras consagradas, produtoras consagradas que não entram nessas estatísticas. Acho muitíssimo grave que não haja filmes lançados por mulheres negras no Brasil, por exemplo. Não está certo. Isso não é um problema só das mulheres negras, isso é um problema de todos nós. E eu ouvi de um amigo: “Não sei por que você está tão preocupada, você é mulher e dirige filmes”. Eu respondi: “Talvez porque o mundo não gira em torno do meu umbiguinho”.
Estamos vivendo essa primavera do feminismo. O que acha disso? 
É engraçado porque fui criada por uma mãe feminista, eu vivi isso. Ela sempre me falou da Frida Khalo, Rosa Luxemburgo, Olga Benário, Simone de Beauvoir. As mulheres fortes sempre povoaram a minha construção como pessoa. E acho maravilhoso que essa reflexão esteja voltando. Sempre digo aos ativistas do movimento LGBT e do movimento negro que, às vezes, há uma impressão de que o mundo está muito reacionário. Entretanto, o reacionário só existe porque é uma reação à nossa atitude de estarmos botando as asinhas de fora.
Outra questão importante levantada pelas mulheres no cinema não é apenas o número de lideranças no audiovisual, mas também a forma como as personagens mulheres são retratadas nos filmes. 
Existe até um teste que indaga, nos filmes dirigidos por homens, quantas personagens mulheres existem e dessas quantas têm fala, e quantas falas não são sobre homens. O resultado é realmente impressionante. Quando uma mulher lidera ou escreve um projeto audiovisual, existem personagens femininas fortes e existem questões na vida delas que não são só sobre homens. E é natural escrever sobre elas. Por isso eu sempre repito que o autor periférico precisa ter voz. A autora negra precisa ter voz. Porque automaticamente o retrato aparece na tela. É por isso que batemos o pé sobre a liderança do projeto. Porque é a liderança que vai trazer essa multiplicidade.
A atriz Viola Davis falou sobre isso no seu discurso do Emmy. Sobre a oportunidade da mulher negra no audiovisual americano.
Achei muito interessante, no discurso dela, quando ela disse que você não pode ganhar um prêmio por um papel que não existe. Essa é a grande questão. Você não pode atuar em um filme que não existe, ou dirigir um roteiro que não existe. É importante ter mais mulheres escrevendo, mais mulheres negras escrevendo.
Você é mãe de uma menina. Pensa nisso ao criar sua filha também?
Muito. Penso nisso tudo. Eu acho que é como eu fui criada, na verdade – que é não colocar o gênero como um empecilho.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Eu ouvi 2018???

Enquanto isso, na internet... Memes!
Por Katia Maia

Há tempos que não escrevo sobre fatos diários. Entrei numa linha de que o dia a dia cotidiano de gente como a gente é melhor do que ficar conjecturando sobre fatos políticos e econômicos. Optei por observar tudo de longe e como dizem por aí: ‘na minha’.

Mas, o fato ocorrido hoje pela manhã, não dá para passar despercebido. A Polícia Federal na porta do Lula, com um mandado de condução coercitiva! Isso é  mais do que motivo para alardear: Buemba! Bumeba! Buemba! Como diz José Simão.

Acontece que tenho a péssima mania de desconfiar, ou, pior, desacreditar. São tantos desmandos, disse me disse e desmentidos, que nada me faz crer que as coisas são como tem que ser. Na verdade, acho que as coisas são como querem que sejam, e, assim, fico aqui de longe, assistindo a tudo sem conseguir ter algum sentimento que penda para um lado ou outro.

Prefiro ficar de longe, sem beijar na boca. O envolvimento pode produzir o que vimos desde cedo nas transmissões da mídia: um monte de gente se engalfinhando porque é a favor de A ou B.  Acho que o momento é de cautela.
Enquanto isso, na internet... Memes!
Digo isso, porque acredito na Polícia Federal e, num dia como o de hoje, vemos que a operação Lava Jato chegou num ponto de “dia D”. Se as coisas caminharem, se algo de consistente for encontrado e todo esse burburinho se justificar, aí, sim!

Caso contrário, aí sim, haverá tido algo por trás que nós mortais nãos saberemos explicar. Afinal, a semana trouxe uma sequencia de fatos dignos de momento bomba: primeiro troca-se o ministro da justiça, depois publica-se uma delação premiada bomba de um senador que, bem ao estilo – caio, mas não caio sozinho – e, finalmente, bate-se na porta do ex-presidente Lula – cantado aos quatro cantos pela oposição como “El Capo” de toda a organização criminosa que se apoderou do país.

Enquanto isso, na internet... Memes!

Bem, no ATO 4 o ex-presidente Lula concede uma entrevista coletiva á imprensa. Nela, se diz magoado, rebate  as acusações e lança: “a partir da semana que vem, estou disposto a discursar pelo país. O que fizeram com esse ato hoje foi fazer com que, a partir da semana que vem, me convidem, que eu estarei disposto a andar esse país." Que venga 2018!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Magia embarcada

por katia maia

O que esperar de uma parceria que une o sonho com a vontade de voar. O Homem sempre sonhou em voar. A Disney sempre alimentou os sonhos de gerações, independentemente da idade. Então, porque não unir os sonhos e realizá-los. Foi o que fez a TAM Viagens, com a TAM e a Disney World. Firmaram uma pareceria dos sonhos que inaugura um novo voo para Orlando, saindo de Brasília direto para orlando, na Flórida.



A novidade foi lançada em Brasília um dos principais Rub da TAM em um evento digno do padrão Disney World.  Com uma boa dose de suspense sobre o que aconteceria, com muitos elementos remetendo ao principal personagem da Disney - o Mickey, claro - e com a presença de representantes de marketing das empresas parceiras, a TAM anunciou que está inaugurando um novo voo para orlando e, por meio da Tam Viagens, quem comprar o pacote de seis noites ganha duas entradas em parques da Disney e uma diária a mais no hotel.

“O jeito Disney de excelência nos conecta perfeitamente com nossos passageiros”, disse Marcelo Dezem, Diretor da TAM Viagens.


Ramiro Vasquez, diretor de marketing e vendas para a América Latina do Walt Disney World Parks e Resorts, destacou a paixão que o povo brasileiro tem pela Disney e ressaltou que a empresa tem novas atrações para os brasileiros quando chegarem ao mundo encantado, como o Centro Springs e as atrações de Frozen que desembarcam no Epcot.

Tinker Bell!

O novo voo TAM para Orlando parte de Brasília nesta terça feira (23/2) e promete muita surpresa para quem embarcar nessa fantasia. O avião foi todo adesivado com personagens da Disney e sua calda traz o castelo encantado do Magic Kingdom.


Vamos aos detalhes do evento?

Primeiro, não tem como não falar do bufet. Os quitutes todos remetiam ao Mickey, com sua inconfundível marca...

Cupcakes! Hummmm delícia!


Olha as orelhinhas do ratinho mais famoso...

Close na cupcake!
Antes de começar o evento, o staff preparou crianças e pais que estavam acompanhando seus filhotes para o momento magia.

Maquiadores e fotógrafos para deixar tudo no melhor jeito Disney

E, para satisfazer nosso lado criança: fotos com os personagens que vieram diretamente do maravilhoso mundo Disney para nos apresentar a novidade:


Olha eu aí com o casal Mickey e Minnie

Não ia deixar de posar com o Pateta e o Donald, né!




Está tudo lá também no coisadasprahoje

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Quase um Quiosque, mas... Pá! É um restaurante!

Restaurante Cristal no SIG, em frente à SQSW 100
por katia maia

Sabe aquele lugar que você passa em frente diariamente e pensa: vou experimentar um dia! Tipo um bistrô, uma carrocinha de cachorro-quente, uma sorveteria etc. Locais despretensiosos que parecem legais, simples e que valem a pena dar uma passadinha.

Pois assim aconteceu com o Restaurante Cristal, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG) em frente à quadra 100 do sudoeste. 

Não é nada demais, parece um daqueles self service mega simples (quase um quiosque) e que alguns jamais entrariam, por puro preconceito, claro. Mas, se tem um conselho que posso dar: dispa-se de preconceitos. Eles não te levam a lugar algum, pelo contrário, te colocam em marcha ré.

Dito isso, hoje, estava com pressa, na hora do almoço, e enfrentava uma situação bem peculiar na minha vida: a minha geladeira – Inverse/Brastemp – resolveu dar pau. Um daqueles que acabam com a nossa rotina e também com tudo o que a gente tem dentro dela.

Mas, isso é papo para outra postagem e que eu vou fazer questão de escrever e marcar a #Brastemp para que me dê uma explicação plausível para o problema.

Bem, sem comida e sem tempo para cozinhar o que for, tive que recorrer a uma solução externa e, passando em frente ao recém inaugurado restaurante Cristal. Ambiente simples, mas comida bem feita. Pensei que era self service. Não era! Eles servem pratos feitos, mas o cardápio me pareceu bem variado: (R$ 15,00), Bife acebolado (R$16,00), prato light com frango e salada e prato do dia (R$ 15,00). Tudo, com o básico e acompanhamento: arroz, feijão, batata frita, farofa dependendo do prato escolhido.

As porções são bem servidas. O bife é bife mesmo e grande! As folhas das salada são frequinhas, verdes, bonitas e saborosas e os pratos são muito bem servidos. No fim das contas, achei bem honesto o preço e a relação custo benefício justa.

Ah, tem outro detalhe, que eu achei simpático por conta do estabelecimento. Quando os pratos chegaram, o dono ou gerente, não sei, veio nos perguntar se aceitaríamos degustar o babybeef que eles estão testando para disponibilizar quando houver o serviço de self service. Dizemos que sim e nos foi oferecida uma porção pequena de um baby beef bem saboroso com um molho de ervas. Simpático!


Esse #eucurti!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A perturbadora história de Amy

por katia maia

Então, numa tarde de domingo, a gente olha para o controle remoto, percebe que tem 550 canais e não acha nada de bom para assistir. Nesse caso, no mundo moderno, opções avulsas não faltam. Play TV, ITunes TV, Netflix e por aí vai... 

Fui para o Netflix e achei o documentário recém lançado da Amy Winehouse e que conta, por meio de vídeos caseiros, a trajetória da jovem inglesa que muito cedo revelou seu talento para a música e para as drogas. O documentário é perturbador. Sabemos onde tudo vai dar: no dia 23 de julho de 2011, quando a artista é encontrada sem vida em seu apartamento em Londres. 

No show em Belgrado
O documentário dirigido por Asif Kapadia (que também dirigiu um doc sobre Ayrton Senna), desvenda um pouco dessa talentosa jovem que estourou nas paradas de sucesso ainda muito nova, com 18 anos e não parou mais. 

A relação dela com a música e sua fragilidade diante do sucesso revelam no doc cenas desconcertantes como a do show na capital sérvia, Belgrado, com o seu desempenho desastroso em que ela está nitidamente fora de si. 

Os claros efeitos das drogas
O filme revela ainda sua relação com a família e mostra um pai explorador que vivia expondo a filha e sobrecarregando a artista com agenda de shows, em detrimento de sua necessidade de recuperação e reabilitação. 

Outro ponto de destaque é o relacionamento dela com o marido  Blake Fielder-Civil, que a introduziu aos vícios da heroína e do crack.

Com o marido Blake
O documentário termina onde todos sabíamos que terminaria: com a morte da atriz por overdose de bebida. Crônica de uma morte anunciada. 


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Degustação self service de vinho: melhor não. O bolso agradece!

Adega Baco, 101 do Sudoeste
por katia maia

Então, numa quarta-feira despretensiosa, surgiu o convite. Havia muito tempo que não nos encontrávamos e a amizade, mesmo forte e compreensível, precisa de momentos de bate papo no Tete a Tete. Coisas de amigas. Coisa  de quem precisa de amigos, coisas de quem conheceu o mundo antes das redes sociais, que se adaptou às mesmas, mas que não dispensa bons momentos numa mesa de bar, tomando um bom vinho e colocando o assunto em dia.

Pois bem, fazia mesmo muito tempo que não nos encontrávamos no mundo real. Nos meios virtuais, uma sempre soube da outra, mas sabe como é; um zap daqui, uma curtida na página do Facebook ali, e nada além disso tudo. Marcamos o nosso Friend Happy Hour (FHH) numa adega perto de casa. Dava para irmos a pé,portanto, estávamos livres da lei Seca e poderíamos degustar nosso vinho sem peso na consciência, ou, sem ter que recorrer ao Uber para voltar para casa.

Vinho Dal Pizzol
Pois bem, o local escolhido: Adega Baco Wine Bar. Um local bem transado na quadra 101 do sudoeste (moro na 100). De cara, simpatizei com a adega. Escolhemos uma mesa na parte interna, mais para o fundo. Afinal, queríamos colocar o assunto em dia sem muita interferência. 

O ambiente não estava barulhento e os garçons não demoraram a nos atender. Logo ficamos sabendo que havia duas formas de degustar os vinhos: a primeira, escolhendo uma garrafa na adega e a outra degustando pequenas quantidades (a partir de 30ml até 150 ml), num esquema self service. O garçom fornece um cartão e  próprio cliente escolhe o vinho, dentre as opções oferecidas, e se serve dele. O cartão tem o valor de R$ 100,00 e a cada escolha e degustação, debita o valor equivalente do cartão fornecido e que será incluído na conta para pagamento posterior.

Optamos primeiramente por degustar um vinho (a garrafa) nacional, das serras gaúchas: Dal Pizzol. O preço, quase R$70,00.

Para comer, as opções de entradinhas são muuuuuuito saborosas. A que mais gostei foi  o Dueto de queijos ao forno com torradas  - gorgonzola e Bel paese com geleia de frutas do bosque – 12,00.

Dueto de Queijos: superbe!
Vencida a primeira garrafa, decidimos nos servir na máquina self service para degustar vários vinhos sem ter que pagar uma nova garrafa. E foi aí que a coisa pegou. Nos empolgamos! Pedimos o cartão ao garçom e começamos a degustar os 30 ml de alguns vinhos para depois escolhermos o que melhor nos satisfez. 

Cuidado com o self service!
Experimentamos cinco vinhos e quando nos decidimos pelo que mais nos agradou e fomos nos servir de uma quantidade maior , qual foi a nossa surpresa ao saber que os R$ 100,00 já tinha praticamente acabado e não tínhamos mais crédito para uma taça de 75 ml. Resultado, não vale a pena ir na degustação self service.  É caro e , a não ser que tenhamos a certeza e conheçamos o vinho, não vale a pena experimentar porque sai mais caro do que pedir uma garrafa inteira.

Dessa forma, 


Amigas.com!



#ficadica.

Calo-me...(da série #resgates)

*A partir de hj, sempre que eu resgatar algum texto meu escrito e não publicado, vou postar aqui. O que é escrito é para ser publicado....