quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

BSBRW - Começou!!!!

Foto Demonstrativa
Abri os trabalhos para o Brasilia Restaurante Week desse ano e o meu escolhido foi o Avenida Paulista,  o cardápio me conquistou e a opção de ter um peixe me pareceu bem própria para um almoço num dia de semana, no meio do horário de trabalho.
Então, vamos ao menu:
Comecei com a Bruschetta Pomodori com Tomate casse, rúcula, manjericão e azeite. Estava boa, mas nada de especial. Uma bruschetta  normal sem nenhum mimo que chamasse a minha atenção. Estava boa, correta, mas não causou aquela sensação #WOW!



A Pescada vem embrulhada em papel manteiga
Escolhi como prato principal a Pescada branca sobre galette de batata marinada com ervas frescas no cartóccio. Esse veio envolvido em papel manteiga e sobre ele posso dizer que estava "bem bom". Causou uma certa sensação #WOW! Só não foi melhor porque estava sem sal. Para mim, esse é um detalhe "ok" porque eu não gosto de comida salgada. Mas, a minha amiga que pediu o mesmo menu reclamou do sal e teve que adicionar um pouco mais.



Sobrmesa: Bavaroise
E, então, a sobremesa! Ah, eu adoro sobremesa! "Doçólatra" assumida, eu me rendo aos doces. Por isso, sou sempre suspeita para falar deles. Mas, vamos lá. Escolhi Bavaroise com calda de frutas vermelha e... Amei! estava bem gostoso com o doce bem balanceado. Nada daquela sensação de estar comendo algo enjoativo. Gostei!

Resumo da ópera: recomendo o menu BSBRW do Avenida Paulista. Para quem nã conhece, o local é super agradável, a comida chegou rápido e não estava fria, nem mal cozida. Os garçons atenderam bem, apesar do movimento que, acredito eu, estava bem aditivado por conta do festival BSBRW. 

Ao olhar ao meu redor, em todas as mesas, os pratos servidos eram do menu do BSBRW. 
Para quem não conhece, o Avenida Paulista fica na orla do Lago Paranoá, próximo à Ponte JK. Não precisa fazer reserva e o Endereço é esse:

SCES Trecho 02 , lote 41|
Setor de Clubes Sul | Brasília - 70200-002


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Livros para ler e decorar

Livros que aproveitei na decoração
Nesse fim de semana, eu resolvi dar uma geral nos livros lá de casa. Desde que me mudei, os coitadinhos estavam todos entulhados no armário naquela parte mais alta de todas, escondidos e sozinhos. Tava de dar dó.
E livro, para mim, tem que ter espaço na casa. A gente tem que olhar para eles e ter vontade de pegar e ler e devorar. No maleiro do armário, definitivamente, não é o melhor lugar para isso.
Mais livros
Foi uma tarde de domingo bem legal. Eu estava sozinha em casa e resolvi me dar de presente a companhia de meus livros. (Re)descobri muitos que eu nem me lembrava mais que os tinha.
Encontrei coleções - uma fantástica do Nelson Rodrigues -, livros em Francês, um deles o BB Initiales, uma biografia da atriz Brigitte Bardot, lançado em 1995. Uma amiga me trouxe de Paris justamente na época em que ele foi lançado.
Outro sobre Gore Vidal que morreu agora em 2012. Na ocasião de sua morte, me lembrei que tinha um livro sobre a vida dele, mas não sabia onde estava. Encontrei! Enfim, revirei o baú e os deixei respirar.
Agora, zapeando na web, encontrei essa matéria bem legal que fala do uso dos livros na decoração. Achei legal, porque veio bem a calhar. Na arrumação lá de casa, sem querer, eu terminei fazendo o que a matéria sugere: escolhi uns livros de capa bonita, sobre lugares, filmes e até uma encadernação bem chique do Kama Sutra!
Agora, está tudo lá, à vista, expostos para eu ler e quem mais vier.

Boa Leitura a todos nós.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

VAMU COMÊ!

Começou a 8ª edição do Brasília Restaurant Week que vai de hoje até  entre o dia 3 de fevereiro.
O festival conta com mais de 80 participantes com cardápios especiais, com direito a entrada, prato principal e sobremesa. Esse ano, os preços promocionais são de R$ 34,90 no almoço e de R$ 47,90 no jantar (bebidas, serviço e couvert não inclusos).
Além de divulgar e promover o trabalho de chefs e restaurateurs, a BSBRW cumpre um importante papel social, sugerindo aos clientes dos restaurantes participantes uma contribuição de R$ 1 em cada refeição, cujo destino nesta edição será o Instituto Ayrton Senna. 
A BSBRW tem importantes parceiros para consolidar mais uma edição de sucesso, e conta com o patrocínio nacional da MasterCard e o apoio do espaço Itaú de Cinemas e da Revista encontro. 
Clientes MasterCard Black e Platinum tiveram a oportunidade de aproveitar exclusivamente o evento com uma semana de antecedência, entre os dias 14 e 20 de janeiro.
Esse blog que vos fala, vai experimentar as opções em alguns dos restaurantes e deixar nossos comentários. Se você for a algum e quiser dar sua opinião, nos envie pelo e-mai katiamaia@gmail.com

domingo, 13 de janeiro de 2013

Tudo mais barato (2013)

Começou a temporada de liquidações. Tem muita coisa boa a preços bem legais. Mas, é preciso lembrar sempre que o que entra precisa de espaço. Dessa forma, uma boa limpa nos armários e na casa para retirar o que esta encostado há tempos. A energia tem que circular. Portanto, boas compras só se houver bom desprendimento.

Tudo mais barato (2013)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Por que e que Papai Noel não se esquece de ninguém?


O Natal foi mais feliz na infância minha e dos meus filhos. Lembro-me da ansiedade da chegada do bom velhinho, da dúvida sobre o meu merecimento e da impaciência na hora de dormir para esperar o presentinho debaixo da cama ao amanhecer. Sim, porque era assim que acontecia. Papai Noel entrava pela janela e deixava o presente debaixo da cama. 
Geralmente, no Natal, eu estava de ferias no Nordeste, na casa de meus avós maternos, em Caruaru (PE). Ainda hoje quando fecho os olhos posso me lembrar e sentir a sensação gostosa que era a expectativa pela Noite de Natal. Com toda aquela correria de parentes, amigos, vizinhos...
A casa ados meus avós era sempre uma festa. O dia 24 era tomado por pessoas levando engradados de refrigerante, tortas, salgadinhos... Minha avó semrpe a frente da ceia. Um frisson daqueles!
À noite, a ceia era repleta de filhos, noras, genros, netos, amigos... Casa cheia. Uma felicidade e a certeza de que o bom velhinho viria. E tinha tanta certeza de que Papai Noel existia que certa vez, na manhã do dia 25 de dezembro encontrei meu avô fazendo a barba e fui mostrar o presente que havia ganhado.  Ele olhou e me perguntou se eu tinha visto o papai Noel deixar o presente. Respondi:
-       - vi, vi, sim!
-       - E como ele é? Perguntou meu avô.
-       - Ah, vô, ele é grande, gordo e usava uma roupa vermelha. Tinha botas pretas e entrou bem devagarinho no quarto.
Meu avô sorriu...
Eu sempre acreditei em Papai Noel e, afirmo, continuo acreditando. Acredito apenas que ele muda sua forma de atuar e seus presentes vão se transformando em valores. 
Esse ano, reconheço, foi um ano difícil e sendo assim tenho como presente do bom velhinho a oportunidade de refletir e entender o por quê dos presentes que não recebi e a mensagem de que o presente nem sempre vem em uma embalagem bonita. O que importa é que ele virá. Sei que papai Noel tem algo muito bom guardado para todos nós e se não veio como esperávamos é porque o presente real está guardado nas entrelinhas.
A verdade é que Papai Noel não se esquece de ninguém!

 A todos, um FELI Z NATAL e muita paz, saúde e boas energias porque é isso que faz o mundo se mover e ser um pouco menos injusto. Acreditemos, sempre!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Toquinho e Paulo Ricardo, #comoassim?


Por katia maia

Toquinho, para mim, sempre será Toquinho e Vinícius de Moraes, não há nem o que falar. Ele é eterno.
Agora quando vi a combinação “Toquinho e Paulo Ricardo cantam Vinícius”, achei a química estranha. Mas, no ímpeto de amigos e na vontade de rever um show do Toquinho (que adoro, aliás), me animei com a idéia.
Claro que o show foi bom. Quando Toquinho entrou, cantando clássicos como “sei lá, a vida tem sempre razão”, eu tive a certeza de que queria estar ali.
A vida tem mesmo sempre razão e aquilo que parecia uma “insensatez” me surpreendeu. O repertório de Vinícius é incontestável e as canções que Toquinho canta de sua própria autoria – Aquarela e Caderno – são clássicos que há muito permeiam a vida de muita gente.
A minha pelo menos. Me recordo do meu filho mais velho, pequenino ainda, curtindo bastante as músicas de Toquinho. Hoje, ele (meu filho, já adolescente) deixou o Toquinho um pouco de lado (para minha tristeza e vive ouvindo essas coisas horrorosas que chamam de música e que nada mais são do que o empobrecimento da música com  os tchá, tchum, tchá tchum.... Paraparapapá, tche, tchê, tchê  rê rê... Argh!.
Bom voltando ao show. Fomos eu, e três amigos, admirar a boa música popular brasileira de qualidade e não me arrependi.
O show começa somente com Toquinho e confesso que torci para continuar assim, mesmo sabendo que uma hora o seu parceiro no palco entraria. O Paulo Ricardo nesse dueto é quase uma interrogação do tipo: qual é a química ou o link nessa dupla?
Confesso que não descobri - mesmo depois de ver todo o show. O Paulo Ricardo é um triste arremedo do que um dia tentou ser, e cantando Vinicius de Moraes! É quase como perguntar: sim e aí?
Paulo Ricardo precisa dar um F5 na vida e se atualizar. Ele continua com a mesma postura e o mesmo cabelinho dos anos 80, com um detalhe: tem 50 anos e não é mais aquele rapaz do “Olhar 43” , aquele assim meio de lado, indo embora, louco por você...


O show tem dois momentos em que cada um dos intérpretes faz uma apresentação solo. O Toquinho, claro com músicas dele e o Paulo Ricardo... Bom, eu esperava que ele cantasse (pelo menos) alguma coisa da época do RPM, até porque ele não teve nenhum outro momento marcante na carreira senão aquele. Esperava que cantasse (talvez) “London, London”, só para constar. Qual o quê! Ele inventou de cantar músicas em inglês. Uma delas, do Elton John. #Oi? #basicamente #comoassim? 


Bom, no mais, aconteceu o que era esperado. O Paulo Ricardo tentou justificar a sua presença nesse dueto e atuou no show como (quase) um mestre de cerimônia. Ele introduzia algo sobre alguma música e pedia para o Toquinho contar a história da composição. Histórias que, claro, o Toquinho viveu. Histórias de quem tem conhecimento de causa, porque ele, sim, fez parte da época Vinícius – Tom.
Resumo da ópera: me diverti muito (sim!), analisando a falta de performance do Paulo Ricardo, me satisfazendo com a voz e o violão de Toquinho, que sempre gostei, e me deliciando com as composições de Vinícius que são sempre a certeza  de sucesso.

domingo, 18 de novembro de 2012

SEJA FELIZ! CURTA A VIDA!


por katia maia

A gente tem que, de vez em quando, se fazer um mimo e se dar ao prazer de pagar caro por algo que a gente tem vontade de possuir, ver ou experimentar. Foi assim com o show da Marisa Monte, nesse fim de semana, em Brasília, com a turnê "Verdade, uma ilusão". Era caro, era num domingo e eu iria sozinha. Mas, ‘so what’?
Quando vi que já estavam quase esgotados os ingresso para o show dela, corri, entrei na internet, localizei uma cadeira (única) em aberto na área vip e não tive dúvida: Comprei!
Não me arrependi! O show valeu cada centavo do ingresso. Já fazia alguns anos que eu não assistia a um show da Marisa Monte. Não sei por que. Acho que o tempo foi passando, outras prioridades e não acontecia. Mas, eu sempre estive de olho nos trabalhos da artista. Sempre gstei de MM. Desde o ˜Bem que se quis”, gosto dela, da sua performance diva, do seu jeito que, para mim, passa a impressão de altamente profissional, focada e exigente. Qualidades que admiro em qualquer pessoa.
Pois bem, depois de alguns anos, lá estava eu: no Centro de Convenções de Brasília para, novamente, ver um show da MM. 
O último CD, eu comprei logo que saiu. Rodei no som do carro insistentemente. Adorei a músicas, o estilo, as letras. Cantei por várias vezes a canção “Ainda Bem” que, explicou a própria MM, foi oferecida para uma cantora italiana (Mina) para que fizesse um dueto com ela nesse novo álbum. A própria Marisa – bastante gracinha, descontraída e falante no show – disse que a interprete italiana gostou tanto a música que pediu para gravá-la em seu novo álbum também.

Aliás, a Marisa Monte estava especialmente ‘fofa’ no show. Com tiradas bonitinhas e palavras super gracinha para a plateia brasiliense.
Em um momento, (no bis) ela voltou e apenas com o bandolim ela anunciou para a plateia:
-       antes de cantar, deixa eu dizer uma coisa para vocês? 
E começou a cantar:
-       Deixa eu dizer que te amo... (Amor I Love You)

Lá pelas tantas, quando a música original pede a voz de Arnaldo Antunes, recitando Eça de Queiros, Marisa para e diz:
-       Temos muitos Arnaldo Antunes pelo Brasil, quando eu canto essa música, mas o melhor deles é daqui de Brasília. Ele estava no meu show no Rio de Janeiro e foi o melhor até hoje. O Gleidson, Ele é daqui de Brasília e está aqui, na minha frente. Viu dar o microfone para ele recitar...
E o Gleidson começou a recitar...

No final, Marisa anunciou:
-       Com vocês, no papel de Arnaldo Antunes, recitando Eça de Queiroz,  Geidson, de Brasília!
Marisa cantou de tudo no show, desde Gentileza até a música ECT que –eu pelo menos não sabia, é de autoria dela. A música ficou eternizada na voz de Cássia Eller. Marisa Monte falou como a Cássia gravou a música e fez uma homenagem a amiga. Ela disse:


       Dizem que saudade vem quando a gente sente a falta de alguém. Saudade é quando a gente sente a presença de alguém.
Tá dito!




Ah, marisa Monte termina o bis e o show com a música "Seja Feliz", mais próprio, impossível. Saí do show absolutamente feliz e, como diz a música: Curta a vida!

Calo-me...(da série #resgates)

*A partir de hj, sempre que eu resgatar algum texto meu escrito e não publicado, vou postar aqui. O que é escrito é para ser publicado....