quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A perturbadora história de Amy

por katia maia

Então, numa tarde de domingo, a gente olha para o controle remoto, percebe que tem 550 canais e não acha nada de bom para assistir. Nesse caso, no mundo moderno, opções avulsas não faltam. Play TV, ITunes TV, Netflix e por aí vai... 

Fui para o Netflix e achei o documentário recém lançado da Amy Winehouse e que conta, por meio de vídeos caseiros, a trajetória da jovem inglesa que muito cedo revelou seu talento para a música e para as drogas. O documentário é perturbador. Sabemos onde tudo vai dar: no dia 23 de julho de 2011, quando a artista é encontrada sem vida em seu apartamento em Londres. 

No show em Belgrado
O documentário dirigido por Asif Kapadia (que também dirigiu um doc sobre Ayrton Senna), desvenda um pouco dessa talentosa jovem que estourou nas paradas de sucesso ainda muito nova, com 18 anos e não parou mais. 

A relação dela com a música e sua fragilidade diante do sucesso revelam no doc cenas desconcertantes como a do show na capital sérvia, Belgrado, com o seu desempenho desastroso em que ela está nitidamente fora de si. 

Os claros efeitos das drogas
O filme revela ainda sua relação com a família e mostra um pai explorador que vivia expondo a filha e sobrecarregando a artista com agenda de shows, em detrimento de sua necessidade de recuperação e reabilitação. 

Outro ponto de destaque é o relacionamento dela com o marido  Blake Fielder-Civil, que a introduziu aos vícios da heroína e do crack.

Com o marido Blake
O documentário termina onde todos sabíamos que terminaria: com a morte da atriz por overdose de bebida. Crônica de uma morte anunciada. 


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