segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Blade Runner para bebês?

por katia maia

Com meus filhos crescidos, adultos e já homens feitos, não preciso mais pautar minhas idas ao cinema aos horários, sessões e ambientes que sejam favoráveis aos nossos bebês. Assim, não me preocupo mais com estes detalhes e se acontece de um dia eu ir ao cinema com um dos meus filhos e a respectiva namorada de cada um, não há mais a preocupação com o bem estar dos pequenos, porque eles já são crescidos.

Mas, gostei de uma notícia que me enviaram - talvez por engano, porque não tenho filhos de colo há pelo menos 18 anos - e resolvi repassá-la, pois muitas de minhas amigas estão nesta fase de crianças pequenas e, quando os meus eram bebês, eu bem queria que existissem iniciativas como esta.  Trata-se do Cinematerna. Um projeto que promove sessões de cinema para mães e pais com bebês de até 18 meses. 

Pensado para o conforto de bebês e mamães

Eu me recordo que um dia, "a long, long time ago", eu fui ao cinema com meus filhotes ainda pequenos. Estavam nos carrinho de bebê. O Bernardo com pouco mais de dois anos e o Guilherme com algo em torno de cinco meses. Fomos assistir a um filme no cinema do Brasília Shopping (naquela época havia salas de cinema no local). Quando chegamos ao local e fomos comprar as entradas, o atendente da bilheteria me disse que eu não poderia entrar com eles porque a classificação indicativa do filme era de, sei lá..., de 10 anos. Era um file destes, tipo Thor, vingadores etc. 
Os dois estavam dormindo no carrinho de bebe, cada um no seu. era já fim de dia e fomos naquele horário porque era o único que tínhamos condição de ir, com os dois dormindo e fora do horário de trabalho.
Olha que sonho... Ah, se existisse na minha época esta infra!
Eu ri e expliquei para o moço que não se preocupasse, porque caso um deles acordasse, eu seria a primeira a sair do cinema, pois estávamos ali simplesmente porque não tínhamos babá e os dois estavam dormindo. Assim, eu e o pais deles podíamos ver o filme tranquilamente. Assegurei ainda que só ficaríamos se eles continuassem dormindo para não atrapalhar ninguem com meninos chorando e inquietos. 

O moço concordou e aceitou nossas explicações e assim entramos para ver o filme. Foi uma tentativa, porque não deu muito certo. O som do filme estava muito alto e, embora os meninos não tivessem acordado, achamos que estava muito ruim para o soninho deles. E assim, saímos no meio do filme e fomos embora frustrados com a tentativa.

Pois bem, o mundo evoluiu, os tempos são outros e hoje os cinemas se preocupam com as mamães que tem filhotes pequenos, querem ir ao cinema e não tem com quem deixá-los. Olha só este Cinematerna: eles tem a proposta de  fazer com que os pais assistam a um bom filme e ainda possam cuidar dos bebês com conforto e comodidade. 

Nas sessões do CineMaterna, as salas de cinema são adaptadas, em ambiente levemente iluminado, com ar-condicionado ameno e trocadores de fraldas. Tudo para acolher os bebês e os pais. Além disso, a escolha dos filmes é feita por meio de enquete no site da ONG CineMaterna – www.cinematerna.org.br.

Serviço: 
CineMaterna no Iguatemi Brasília – Blade Runner 2049

Data: 31 de outubro.
Horário: 14h10.
Local: Cinemark – Iguatemi Brasília.
Endereço: SHIN CA 4, Lote A – Lago Norte – Brasília/D

Importante: 
A compra do ingresso só é válida para o Cinemark do Iguatemi Brasília.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

E aí bla... bla... bla eu gostei



Restaurante Bla´s, na Asa Norte
por katia maia

Então, fui conferir uma das opções do Restaurante Week dessa leva. O escolhido foi um restaurante que eu não conhecia – o Bla´s. Fica na asa norte e confesso que foi escolhido pelo menu que oferecia dentro do RW – na entrada nada mais, nada menos do que... Ceviche!!! Pronto, me ganhou. Amo ceviche e não titubiei em concordar que iríamos experimentar o cardápio do Bla´s.
Fomos em três – eu, Jaqueline Nunes e Bruno Cassiano. Tipo almoço da equipe no meio  do dia. Fizemos a reserva antes e ao chegarmos lá, estava tudo certinho nos esperando. A Jaque foi a primeira a chegar e a mesa reservada era bem boa, bem localizada e o ambiente do restaurante muito legal.

Escolhemos a opção um do cardápio do RW: entrada: ceviche, prato principal: Filé mignon acompanhado de risoto de cogumelos frescos, e sobremesa: Torta de creme de avelã e cacau.  Tínhamos como opção para a entrada, a salada caprichosa do Bla´s, prato principal: a Paella com arroz arbóreo e frutos do mar variados e a sobremesa: creme brulée.

Equipe reunida para avaliar o menu do RW

O restaurante estava bem cheio e concorrido. Ele fica na 406 norte, no bloco D, voltado para a quadra residencial.  É uma quadra concorrida e não é fácil achar vaga de estacionamento. Mas, dá para estacionar dentro da quadra residencial e chegar bem perto do restaurante.


Como eu disse, o Blá´s estava bem cheio. Não sei como é o movimento cotidiano por lá, mas achei os garçons um pouco aparvalhados com o movimento. A comida foi servida rapidamente. Logo que pedimos, veio o ceviche. MA-RA-VI-LHO-SO! Estava no ponto. Os sabores bem balanceados e não estava ardido. No ponto!

Entrada: ceviche!

O prato principal que nós três escolhemos foi o filé. Aí, eu achei que faltou o garçom perguntar o ponto da carne. O prato veio sem que pudéssemos opinar as nossas preferências. No meu caso, por exemplo, a carne veoi mal passada demais para o meu gosto. Assim, hashtag fica a dica: sempre é bom perguntar o ponto da carne para o cliente. Como o restaurante estava muuuuuito cheio, imagino que por isso não perguntaram e, mais, nem eu ousei pedir para deixar o meu filé ao ponto para bem para não  tumultuar ainda mais o meio de campo.

Prato principal: Filé mignon acompanhado de risoto de cogumelos frescos

Mesmo, fora do ponto que eu gosto, o prato estava muito gostoso. Com pouco sal, como eu gosto. Há quem não goste. Mas, para mim estava (neste particular) no ponto! A sobremesa estava muuuito boa. Mas, confesso, sou suspeita, porque na condição de “doçólatra” amo doce. Mas, claro, achei a torta muito fininha. Foi manteiga na venta de cachorro. Não deu para o gasto.
Sobremesa: Torta de creme de avelã e cacau (fininha).

Outro probleminha – de logística e não de culinária – foi na hora de pagar a conta. Os garçons simplesmente não coseguiam atender ás mesas. A gente viu o garçom vir até nossa mesa umas três vezes com a maquininha e aí ele saia correndo e ia atender outra mesa sem que a gente tivesse sequer começado a pagar a nossa. Em um dado momento, um outro garçom esqueceu a maquininha em cima da mesa e o Bruno realizou a transação de pagamento ele mesmo. Quando o outro garçom voltou aparvalhado, já estávamos pagando a conta sem ele saber (RS).

De um modo geral, dou nota 8,0 para o Bla´s e se o Restaurante Week tem o objetivo de levar clientes e despertar neles a vontade de voltar: eu voltarei ao Bla´s em outro momento para experimentar o restaurante em dias normais.


Serviço:
Restaurante Bla´s
CLN 406, Bloco D, loja 36
fone: 38793430
Aberto de seg. a sábado
12h - 16h
18h - 23h


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Quando é bom, a gente elogia

Ambiente aconchegante
por katia maia
Gosto de falar quando descubro um local legal par comer em uma cidade legal. Fui à Pirenópolis, participar de uma prova de bike – Desafiando Limites, de Brasília a Piri pedalando (87k) – e, claro, ao terminar a prova, à noite, nada melhor do que uma boa massa! Era o que eu mais queria. Mas, não estava procurando nada rebuscado, apenas uma macarronada que repusesse meu carboidrato e matasse a minha fome de 8 horas pedalando e comendo apenas batata, barra de proteína, banana e paçoquinha.
Bueno, em Pirenópolis, depois de um bom banho e de recuperar minha dignidade – sim, porque a gente chega somente o espectro, coberta de poeira, um lixo – saí pela cidade em busca de um recanto para me recompor, me alimentar bem e depois voltar para o hotel e dormir, dormir e dormir.

Foi aí que encontrei o Recanto das massas. Um lugar bem transado, bonitinho, aconchegante e, mais: com uma massa muuuuito gostosa. Eram ainda 18h quando cheguei para comer minha massa, mas o atendimento foi top. Acho que é isso que conta em um local. Gosto de me sentir bem atendida e, não sei para vocês, mas para mim, quando a gente (cliente) é bem atendido, o local ganha um brilho especial.
Um prato inteiro de massa só para mim!
Nem precisava deste brilho especial, porque o lugar é realmente bem aconchegante e agradável. Bem, eles servem pizza e massas no estilo spoleto. Fiquei meio cética. Eu particularmente não gosto de spoleto. Mas, como estava varada de fome, decidi ficar por ali mesmo.
O toque final: cortesia da casa!
O sistema deles é parecido, mas a gente escolhe a quantidade de massa, o tipo de massa e os ingredientes do molho. Depois, o prato é pesado e o preço sai por quilo. Escolhi o talharim e os ingredientes. Adorei. Vale a pena. O toque final foi quando a moça me ofereceu uma fatia de pizza de sobremesa, com cobertura de brigadeiro. Ah, aí me ganhou! A pizza estava no ponto; massa fina (como eu gosto) crocante e o chocolate sem estar muito doce. Com uns pedaços de morango. Delicieux.

Bom, como disse no início, o que é bom, faço questão de recomedar. Se você for a Piri, pasa lá. Vale a pena. Ah, e ás quartas-feiras, eles servem um rodízio de pizza a 30 reais. Se por um acaso, o seu fim de semana for prolongado, e começar já na quarta, em Pirenópolis, vai lá! Depois me conta.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Quem te viu, quem (não) te vê

A Feira é uma enganação.
Então... Se você conhece a 25 de março em São Paulo, se já se aventurou naquele "furduço" de gente pra todo lado, de movimento, variedade, confusão e sanduíche de mortadela no Mercado Municipal, não vá à feira 25 de março montada no Parque da Cidade! Isso mesmo, NÃO VÁ!
Se você nunca foi á 25 de março em São Paulo, não conhece, nunca se aventurou naquele mar de gente, de tudo para comprar, da geringonça mais inútil até os mais sofisticados equipamentos, roupas, acessórios etc , então, não vá também. Isso mesmo, também NÃO VÁ à feira montada no pavilhão do parque da cidade até o próximo fim de semana.

Contrariando os dois prognósticos acima, EU FUI!  Fui no sábado mesmo e qual não foi a minha decepção. Os organizadores da Feira não tiveram sequer a capacidade de trazer o verdadeiro sanduíche de pão com mortadela do mercado Municipal. Você acredita que o pão com mortadela é vendido pela Pastelaria do Beto, da Feira dos Importados?!
Ah, então vamos comer pizza, tem um festival de pizzas na Feira 25 de Março de Brasília. Ótimo, vamos atrás de uma autentica pizzaria da capital paulista. De novo: pedacinho, Sancho  etc. Tudo pizzaria de Brasília.
Mesmo assim, comemos Pizza

Um embuste. Entre as lojas: o Hortifruti Ôba, lojinhas de roupas da capital – só que federal – biscoitos e doces de lojas daqui mesmo. Aff! Ah, encontrei um quiosque com o sugestivo nome de Vila Paulista. Perguntei se era de São Paulo. Resposta: não, daqui de Brasília. #Morri!
Se você pensou em ir a Feira 25 de Março de Brasília, pensando em encontrar coisas descoladas de São Paulo. Desista. A feira é mesmo de Brasília. E se for para eu comprar no Ôba, prefiro ir ao que tem perto da minha casa. 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Meu momento gordice! Milkshake Sonho de Valsa

Não sou muito dada aos milkshakes do MC Donalds, mas me aventurei a experimentar a edição especial de Sonho de Valsa. E... Amei! Muito bom. 
Foge daquele gosto de toddy misturado com leite, misturado com Nescau dos milkshakes do MC. É bem gostoso, preparado com leite, mix de baunilha, cobertura de chocolate, cobertura sabor Sonho de Valsa e farofa doce crocante,  tem gosto realmente do chocolate sonho de valsa. uma daquelas bombas calóricas que a gente pode se permitir num fim de semana, numa crise de TPM ou num momento de pura meditação #eumereço  #Recomendo.

Violência gera violência... Oi?

Buda: mais tolerância e  menos ira
Por mais que o cliente tenha ficado nervoso, perdido a cabeça, agredido (até) o atendente do estabelecimento comercial com palavras, não cabe à empresa soltar uma nota em que diz que “violência gera violência”. O mundo está do avesso ou é impressão minha?
A verdade é que, todo mundo tem razão até que a perca. Numa briga a não violência é sempre a melhor maneira de se anular a violência. Não consigo imaginar o que dá o direito a um vendedor agredir um cliente.
Existe um ditado budista que fala mais ou menos assim: “não me interessa saber quem começou a guerra, mas quem acabou com ela”. É isso Tecar. Clientes ficam nervosos e a arte de atender bem está em não revidar e deixar o cliente com a “cara mexendo” – como se diz lá na minha terra, no interior do nordeste. Ou seja, a não violência desarma a violência e assim não gera mais agressões. Básico!
Se fosse o contrário, em que mundo estaríamos vivendo? Se o cliente não tem razão, mantenha-o sem a razão, mas não perca a sua se comportando de igual para igual.

Só mais um do mundo budista: “A prática da tolerância ajuda-nos a controlar a mente temerosa e irada.”

P.s. o caso ocorreu na Tecar, uma revendedora de carros aqui de Brasília. Reveja.



Blade Runner para bebês?

por katia maia Com meus filhos crescidos, adultos e já homens feitos, não preciso mais pautar minhas idas ao cinema aos horários, ses...