quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Próxima parada: Estação dos Vinhos!


Um brinde para nossa amiga!
Por Katia Maia

Quarta-feira passada (5/9) foi dia de prestigiar uma amiga querida dos tempos de 2º Grau. Sim, segundo grau porque não existia naquela época o Ensino Médio, e a educação começava no jardim, passava pelo primário, ginásio e terminava no 2º Grau antes da faculdade. Pois bem, foi o dia de comemorar o aniversário de Naice Dematte, amiga dos idos tempos de Marista.

O cardápio
Então, como tudo na vida é oportunidade para se conhecer novas pessoas e lugares, e viver momentos. Tive, na última quarta-feira (5/9), uma grata surpresa: conheci a Estação dos Vinhos. Um local mega agradável, com uma vasta adega, muito bem ambientado e, mais, às quartas-feiras promove o momento cultural Poesia, Música e Vinhos!

O ambiente lembra uma estação de trem, desde o relógio pendurado na quina da parede até o design e as cores do local. Os vinhos podem ser degustados em taças, degustação ou a garrafa inteira.

A adega, com o degustador
O sistema de degustação é bem interessante. Ao preço de R$30,00 o cliente degusta quatro vinhos. Esses são escolhidos conforme um critério de seleção: pode ser pela uva (todos os quatro vinhos da uva cabernet sauvignon, por exemplo), pode ser por preço (quando eu fui era esse o corte e os vinhos custavam todos o valor de R$79,00), pode ser por região (vinhos da região de Bordeaux, por exemplo).  E tem mais: ao degustar os vinhos, se gostar de algum deles, você ainda pode converter  R$ 15,00 para serem usados na compra do vinho escolhido.

Mas, juntamos quatro amigas e dividimos uma garrafa, um malbec & merlot, Les Temps de Vendages, Sugestão do Marcelo,  dono da Estação dos Vinhos. Aprovado! Um vinho macio, que desce abraçando o sabor, tranquilo. A união das duas uvas “combinou maravilhosamente. Um vinho que agrada fácil. Tem personalidade sem ser forte”, segundo escrevi na avaliação deste vinho no aplicativo Vivino.

O vinho que escolhemos: top!


Para acompanhar o vinho, pedimos o carpaccio. Aliás, um parênteses: o cardápio está posto em garrafas que fazem a vez de centros de mesa. Muito bem elaborado e perfeitamente inserido no contexto, ambiente e proposta do estabelecimento. Um charme, eu diria. A combinação de criatividade e bom gosto. Só para finalizar, sobre o carpaccio, posso dizer que é muuuuito bem servido.

O carpaccio
Para finalizar, ás quartas-feiras, a Estação dos Vinhos tem o momento cultural com poesia, música e vinhos. Um deleite. No dia que eu fui, o momento cultural foi com Márcio Bonfim (música) e Adeilton Lima (poesia). Uma apresentação de muitíssimo bom gosto com um repertório MPB fantástico (no caso da música) e com poesias que mesclam Fernando Pessoa, Cora Coralina, Vinícius e autorais.
O poeta

O músico





Então, se você
gosta de vinho, poesia e música, não titubeie, hoje é dia! Vai lá. Eu vou!





Serviço:
Local: Comercial da 413 norte, bloco A (fica voltado para a quadra residencial)
Horário: de 11h às 23h
Fone: 32016886

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Estou encantada por uma nova paixão: trilhas!


por katia maia
*esta trilheira conta com o apoio da Barbarttour Viagens.
Página do Facebook da Babattour Viagens

No domingo, 09/09, participei de uma trilha de 8k numa região lindíssima, a 70 e poucos quilômetros de Brasília, próximo ao Vale do Paranã – local onde costuma-se praticar salto de asa delta. O local se chama Ecobocaina. É uma fazenda muito bem cuidada e que permite vários tipos de trilhas.

A trilha que fiz foi o Desafio Bocaina, com 8k de percurso. Um verdadeiro desafio de superação, regado a paisagens belíssimas, paredões, vales e muita (mas muita mesmo) subida. 



A trilha foi uma espécie de treino para a Travessia Petro-terê que farei em outubro com o grupo Trevo Brasília. Aliás, neste domingo, fomos também pelo mesmo grupo.

Ao todo, éramos 14 pessoas, das quais eu conhecia apenas duas e saí conhecendo várias outras. Um presente poder passar um domingo caminhando, se superando e se deleitando com tanta beleza.


O local é cheio de mirantes, o primeiro “Mirante do Abismo” já nos deixa encantados. é uma mostra do que está por vir. Todo os locais são protegidos por cordas e essas funcionam como um limitador para os visitantes. Portanto, nada de ultrapassar as cordas. Mas, dá para tirar bastante foto legal e se deleitar com a paisagem. Natureza é tudo!


Próximo a esse mirante tem outro, o Mirante da Pedra. Também uma maravilha. Muitas fotos, muito encantamento e seguimos em frente. Nos acompanhou o guia Noel, que é pago juntamente com a entrada ao local.

A trilha é extremamente bem sinalizada, mas segundo Noel, esta, batizada de Desafio Bocaina, não pode ser feita sem guia, pela sua complexidade e nível de dificuldade. A trilha é considerada ‘difícil’. E é mesmo!


Cheia de trechos acidentados, muito cascalho e locais onde a atenção tem que ser redobrada para passar com segurança. Mas, o melhor de tudo é que é tudo muito lindo. A exuberância da flora do cerrado nos deixa encantados. Árvores e algumas plantas são sinalizadas com placas contendo o seu nome popular e científico. É  “cadeira de sogra”. A imagem da planta já diz tudo.

o caso da “Echinocactos grusonii” 

E por aí vai... jatobá, jequitibá, palmeira Indaiá, pau ferro,canela de ema etc.


Há ainda os pontos de apoio, onde , em alguns, é possível (inclusive) conectar o celular porque tem ‘sinal de receptivo’. Nestes pontos de apoio, a gente pode sentar um pouco e descansar um tanto. Fazer um lanchinho e não demorar muito porque senão o corpo esfria.

No percurso de ida da trilha, basicamente descemos em quase sua totalidade e, mais ou menos depois de uns seis quilômetros de caminhada, chegamos ás cachoeiras. Lindas, geladas e maravilhosas. Não dá para resistir. Existem uns locais que são poços para banho, mais tranquilinhos, e há as quedas das cachoeiras – a Dos Reis magos e a da Palmeira. Um presente dos deuses.

Paramos no primeiro poço, fizemos um lanchinho, já passava de meio dia, e seguimos para os outros poços e cachoeiras. Tudo lindo, tudo energia pura. A beleza das cachoeiras fala por si só e as fotos mostram isso. E existem uns pontos ao longo do caminho até a cachoeira que parecem verdadeiros ofurôs naturais. Com ducha de hidromassagem que exorcizam qualquer problema e leva para bem longe todo o estresse e ansiedade do dia a dia. Tudo, claro  lindo!
devidamente registrado pelas fotos, mas foto é muito bonito, porém recomendo visitar e ver in loco. Porque aí sim, tudo fica 

Agora, lindo mesmo é a hora de voltar para o ponto de partida. É desafiador. Umas subidas íngremes, tipo quase paredão. Muito esforço, determinação e foco para não perder o ritmo nem o animo. Eu diria que é quase desumano. Tudo ladeado, margeado e delimitado por cordas que nos ajudam a subir e manter o equilíbrio.

É alguma coisa como 1,5 km só de subida punk! E é nessa hora que a gente se lembra dos exercícios de agachamento e fortalecimento de coxa e panturrilha - porque precisa!  No meio da subida, uma plaquinha informa que já foram vencidos 650m, mas tem mais pela frente e finalmente, próximo ao final, quando o paredão deixa de ser tão desumano, vem a plaquinha: parabéns, você venceu a subida! Uhuuuuuu, felicidade pura!


Ah, não se esqueça de ir tomar uma ducha, quando chegar no ponto de partida/sede. A ducha foi instalada á beira de um vale, no ‘Mirante da Ducha’. Indescritível, só indo lá para ver tudo isso. Resumo da ópera: um domingo com muita natureza, desafios, superações e felicidade.




Galeria de fotos:
(apenas algumas das inúmeras que clicamos)













 




 




 


 


 



















































quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O furacão vem, faz (e traz) seus estragos, mas passa


por katia maia

Reflexões sobre obre um filme de superação.  Vidas à deriva
é uma história real que faz a gente refletir sobre o destino, como escolhemos um caminho ou outro e porque chegamos a determinado ponto. E, mais, nossas escolhas valeram a pena?

Na verdade, gosto de filmes baseados em histórias reais porque, por mais que se queira, não dá para mudar o final. O máximo que se pode fazer é buscar soluções de roteiro que possam dar mais ritmo e fluidez à história e isso, posso dizer, foi feito de forma bem resolvida na história de um casal que se conhece no Haiti, por acaso, e descobrem um no outro a grande paixão da sua vida.


Ela, uma jovem de 24 anos, ele um rapaz de 33 anos. Ele costumava atravessar os oceanos em seu barco e ela costumava desbravar e conquistar o mundo no mochilão sem destino nem tempo certo para ficar ou partir. Enfim, se apaixonam e juntam suas vidas numa viagem de barco e aí, vem o destino , atravessando suas escolhas.

Na travessia, enfrentam o furacão Raymond, o barco é atingido e começa a saga pela sobrevivência em alto mar, sem sinal de socorro, longe das rotas marítimas e aéreas. Uma luta pela vida e uma reflexão sobre continuar ou não.

O filme revela as fases de um desafio como esse; primeiro o desespero, depois a vontade de superar, no meio de tudo a impaciência, o delírio e alucinações, até a resignação pelas decisões do destino.  A história é real, lembrem-se e o final já estava escrito antes do filme acontecer. Portanto, o roteiro já veio traçado antes do filme nascer.


Sobre a vida? Bem sobre a nossa vida, podemos dizer que viemos momentos que mais parecem furacões; Períodos em que imaginamos não conseguir superar e muitas vezes nos deixamos (ou sentimos) à deriva. É quase uma falta de ar constante, que sufoca e nos paralisa. Mas, sabemos que temos que continuar. E, então, o que fazer? 

Até alucinação aparece. E muitas vezes preferimos dormir para não enfrentar acordado. E aí? Sabe o que acontece? Passa! O furacão vem, faz (e traz) seus estragos, mas passa. E depois? Depois a palavra de ordem é reconstruir em cima do que restou. E querem saber? É possível!  

A pior e última frase que queremos ouvir quando estamos na tormenta é que ela passa. Parece deboche até. Mas, creia-me, passa mesmo. E aí, como no filme, podemos ficar dias á deriva, apenas sobrevivendo, até que aparece um pássaro do continente e avisa: olha, lá na frente tem um porto seguro. É terra firme! Portanto, "hold on", que vai dar certo. 

Assim, de furacões, tormentas e derivas vamos seguindo cruzando os mares da vida. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Une nuit française


por Katia Maia

A proposta? Uma noite agradável, degustando a culinária francesa harmonizada com vinhos idem. Isso, num lugar com todo o charme de uma cafeteria francesa, instalada dentro de um dos locais mais franceses de Brasília, a Aliança Francesa!


O resultado?  Propósito alcançado!

Fui, numa quinta-feira, 9/08, participar, verificar e apreciar a 7ª Edição do Amuse Bouche. O nome já dava uma dica do evento: um aperitivo, uma degustação, uma mostra de bons vinhos e bons pratos franceses. Tudo minuciosamente escolhido e preparado pelos anfitriões do Le Jardin Bistrot – Márcia Cruz (sommelier), Tiago Santos (chef) e Marcus Vinicius Oliveira (administrador) para nos sentirmos bem. E olha que ‘acolhimento’ é a palavra! 

Karla Maia (irmã), Márcia (anfitriã) e eu

Logo que cheguei, Márcia veio me receber na porta do bistrot e já me adiantou que a degustação estava justamente começando. Um cardápio de sete vinhos franceses trazidos ao Brasil pela Importadora Chez France, que atende ao estabelecimento.

Os anfitriões Marcus, Thiago e Márcia
Ao todo foram servidos sete vinhos, sendo dois brancos, um rosé e quatro tintos. No final, quem participou pôde comprar os rótulos ao preço de custo comprado pelo Le Jardin na importadora. O vinho que mais gostei foi o rosé – Domains de Saint Ser Prestige 2016. Um primor! Daqueles vinhos que a gente degusta, gosta e quer levar de qualquer jeito. Comprei!

Bouillabaisse com leite de coco,
O rosé foi servido após os dois brancos, que abriram a degustação e eram muito bons também,  e juntamente com o terceiro prato – Bouillabaisse com leite de coco, sopa de camarão, peixe e mexilhões. Nem a minha irmã, que não gosta de mexilhões, resistiu. Parfaite!

Comprei ainda outro vinho, um tinto, o Domaine Glantenet hautes Côte de Nuits 2016. Superbe! Ele foi servido com Bouef Bourguignon – purê de batatas com alho assado, cebolas, bacon, tomates confit em consome de cogumelos. Não resisti e também este vinho foi parar lá em casa. Resta saber se terei cacife para servir pratos franceses acompanhando os rótulos. Mas, isso é papo para outra conversa (rs).

Bouef Bourguignon
Bom, no quesito vinhos, o evento trouxe um plus: a presença do especialista em vinhos Thiago Matheus do Blog Vinhos do Dia. Ele fez questão de ir de mesa em mesa, apresentando a carta de vinhos, tirando dúvidas e assessorando os presentes. Aliás, o tempo todo me senti bem recebida. Márcia também foi várias vezes até a nossa mesa para verificar se estava tudo correndo bem e estava.

Vinhos à venda
Uma nota para a degustação: não foi um evento em que precisávamos pegar fichinhas para degustar vinho um, dois ou três etc. Não havia medidores nas garrafas. Ao gostar de um vinho, podíamos perfeitamente pedir um pouco mais e degusta-lo novamente.

Márcia e Thiago Matheus
Assim, posso dizer que participei, degustei, conversei, aproveitei e saí satisfeitíssima de um evento acolhedor  numa  cafeteria aconchegante que está localizada dentro da Aliança Francesa, de frente, nada mais nada menos,  para
um dos mais belos jardins da cidade, projetado por Burle Marx.

O Le Jardin Bistrot é um local pensado para você se sentir bem e acolhido.  E olha que eu nem falei da minha memória afetiva com a Aliança, onde estudei durante anos até finalizar o curso de francês. N'est pás?





Serviço:

Local: Aliança Francesa , SEPS 708/907 Lote A - Asa Sul
Horário: 07:30 às 20:30
Fone: (61) 3262-7677

Próxima parada: Estação dos Vinhos!

Um brinde para nossa amiga! Por Katia Maia Quarta-feira passada (5/9) foi dia de prestigiar uma amiga querida dos tempos de 2º G...