segunda-feira, 23 de maio de 2016

Partiu, Porto seguro!!!

O sol nasce. Destino: Porto Seguro!
por katia maia

Como havia prometido no Facebook, este blog esteve em viagem pelas terras da Bahia, visitando Porto Seguro. A partir de hoje, publico uma série de matérias sobre a nossa passagem pela cidade e nossas impressões sobre comida, hospitalidade, atendimento, opções de lazer e, claro, sobre a baianidade.

Então, sem mais delongas, vamos ao que interessa... Gostaria apenas de pontuar que fazia mais de 20 anos que eu não pisava em Porto Seguro e  devo confessar que a cidade litorânea não estava nos meus planos até outubro do ano passado quando um evento que aconteceria agora em maio me levou de volta à terrinha.

Chegamos em Porto Seguro num sábado pela manhã chuvoso. O tempo estava nublado e, venhamos e convenhamos, chegar em uma cidade de praia, vinda de outra que não tem praia e chegar num dia de chuva é quase um banho de água fria. Mas, tudo bem, vamos lá. Praia é praia e só o mormaço já é capaz de nos aquecer e dourar a pele.

Nublado! Oh, NO! 
Ficamos no Hotel Tropical praia. Localizado na avenida beirar mar. Quando fiz a reserva, pela Bancorbrás, fiz questão de procurar um hotel próximo á praia para que não precisasse pegar condução para ir até o mar e, mais, para que pudesse acordar com o cheiro, o som e a brisa do mar.

Fachada do Tropical Oceano Praia. Fonte: Internet
Nem o cheiro, nem a brisa, o som e muito menos a paisagem. Porto Seguro está com sua orla tomada de barracas enormes – uns verdadeiros centros de lazer construídos tampando em boa parte a beleza natural. Bem diferente do que eu vi há vinte anos. Esse foi o primeiro impacto negativo. Fiquei frustrada.

Barracas de Paria que mais parecem um centro de lazer. Fonte: Internet

Ao chegar ao hotel. Num sábado, 11h da manhã, apenas um atendente se virava para dar conta dos hospedes. Chegamos, pedimos para fazer o checkin e o atendente demorou uns 40 minutos para fazê-lo. Atendeu umas quatro pessoas na nossa frente e quando eu fui reclamar, desculpou-se:

- Estou sozinho, me desculpe. Se a senhora quiser sentar-se um pouco e esperar. O quarto também não está pronto ainda.

Reclamei que estávamos em um sábado e era de se esperar que houvesse mais gente atendendo. Ele desculpou-se novamente. Ok. Assenti.

Escadarias para o andar superior.

Ao sermos atendidos, chave do quarto na mão, percebi que estava num quarto no andar de cima. Pedi alguém para me ajudar com as malas – estávamos levando equipamento de mergulho o que significa bastante peso.

Novamente, desculpou-se:

- Me desculpe novamente, mas não temos ninguém para ajudá-la.

Ok. Assenti novamente.

Piscinas

 Ao chegar no quarto, bem espaçoso, mas com alguns detalhes que não condizem com a estrutura grandiosa que o Hotel nos passa ao chegarmos. Os colchões das camas não eram necessariamente novos e confortáveis e a televisão, uma peça de museu – ainda de tubo! Nem sabia que ainda existiam. Ah, e na recepção, o atendente me disse que teria que assinar um papel me comprometendo a pagar R$ 100,00 caso um dos controles (ou os dois) – do ar condicionado e da TV d Tubo – desaparecesse.

Ok. Assenti. 

Panorâmica do dia nublado

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