segunda-feira, 26 de abril de 2010

Boa notícia!

Do Estado de São Paulo

Cai a taxa média de informalidade nas metrópoles, mas setor de empregadas domésticas é exceção

Pela primeira vez em 16 anos, metade dos trabalhadores tem carteira assinada pelo setor privado, nas metrópoles. Dados do IBGE mostram que a fatia de empregados contratados com registro atingiu 50,3% do total de ocupados em janeiro e 50,7% em fevereiro. O resultado de março será divulgado quinta-feira. Em números absolutos, há 11 milhões de pessoas com carteira assinada nas grandes cidades e a informalidade nas metrópoles, que é de 36,7% dos ocupados, está em um de seus níveis mais baixos: 18,1% trabalham sem carteira assinada e 18,6% por conta própria. Técnicos indicam, porém, setores com distorções. Apenas 1,5 milhão das 6,6 milhões de empregadas domésticas do País trabalham com registro em carteira.

Décimo terceiro salário, férias remuneradas, fundo de garantia e aposentadoria não são mais privilégios de uma minoria de brasileiros. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, pela primeira vez em 16 anos, metade dos trabalhadores das metrópoles do País tem a carteira assinada pelas empresas do setor privado.

A fatia de contratados em regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) atingiu 50,3% do total de ocupados em janeiro e 50,7% em fevereiro, conforme o IBGE. A informalidade nas metrópoles está em um de seus níveis mais baixos: 36,7% dos ocupados (18,1% trabalham sem carteira assinada e 18,6% por conta própria). Em fevereiro, os empresários respondiam por 4,5% do total, militares e funcionários públicos por 7,5%.

É a primeira vez que o setor privado emprega com registro metade dos trabalhadores das grandes cidades desde março de 1994, quando a abertura da economia, o câmbio valorizado, e a expansão dos serviços fechavam vagas nas indústrias. Em números absolutos, significa 11 milhões de pessoas com carteira assinada nas grandes cidades.