terça-feira, 27 de abril de 2010

Façamos Sexo!

Katia Maia

Essa foi de ontem, mas vale (ainda) comentar aqui. Qual não foi a minha surpresa e diria até satisfação ao ouvir - primeiro no rádio (CBN, claro) depois na TV - que nosso ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nos recomendou não só fazer mais sexo para abaixar e cuidar de nossa pressão arterial como praticá-lo pelos menos cico vezes na semana. Boa, muito boa.
Na campanha que o governo pretende lançar para alertar para os riscos da Hipertensão, sugiro a frase: O ministério da saúde recomenda: fazer sexo faz bem para a saúde.
Está na hora de alguém divulgar isso em campanha nacional. Tudo, claro com o devido cuidado para não atrapalhar a outra campanha de combate a Aids. Senão, o tiro, o melhor, o sexo, sai pela culatra.
E o ministro tem toda razão e todo o meu apoio. Quando se faz sexo, com prazer, claro, a vida fica mais colorida, o humor fica mais leve, os problemas se amenizam. A gente tende a ser menos arisco e sanguineo em nossos pontos de vista e fica mais disposto a ouvir, conversar, aproveitar a vida. Tudo porque, como já dizia a minha avó, no seu jeito brejeiro e simples de se expressar:
- parece que fulana foi feliz essa noite.
Portanto, sejamos felizes todas as noites, tarde, manhãs... Sim, porque se for para seguir o conselho do senhor ministro, teremos que fazer sexo cinco vezes ao dia!
Não ministro, eu não daria conta de tanta felicidade e acho que minha pressão que já e bem baixa - vive se arrastando que nem cobra pelo chão - iria desaparecer e o mal seria tão grande quanto não fazer sexo, ou maior.
A verdade é que felicidade atrai uma condição melhor para o nosso organismos e mau humor só impregna nosso corpo, espirito e mente.
Portanto, estou de pleno acordo com as palavras do minsitro do tesão, ops, Temporão:
além de cinco porções diárias de frutas e hortaliças, as pessoas deveriam fazer sexo cinco vezes por dia, quer dizer: cinco vezes por semana seria melhor.

Ah, e não vamos nos esquecer dosexercícios físicos, alimentação saldável e de medir a pressão, do sangue, não do dia a dia porque essa, a gente abstrai fazendo sexo.